Nefoedd (Reescrito): Capítulo 2

Guardiões do Templo!

 

 

 

>>>>> 1 <<<<<

 

 

Som de aplausos vigorosos reverberava pelo vasto salão do trono. A mente de Freyr foi jogada em um estado de confusão, incapaz de compreender a situação atual.

A poderosa comandante Freya, olhava para ele com olhos brilhantes, úmidos, parecendo que poderia chorar a qualquer momento. Todos Einherjar, seus olhos – duas orbe flamejantes –, brilhavam com veneração.

Freya, com uma voz suave e bem articulada, falou:

― Lorde Supremo, suas palavras tocaram nossos corações! Não existem palavras que pode expressar nossa gratidão por permanecer!

Seguidos pela palavra de Freya, um por um dos Einherjar começaram a gritar “lorde supremo”, com todo ar de seus pulmões, claramente emocionados.

Freyr não se moveu um centímetro, perdido em seus próprios pensamentos, tentando compreender o que estava acontecendo. Freya era um NPC, por mais que fosse complexo seu script de programação, era impossível para um NPC realizar tantas expressões e ações diferentes.

Sem mencionar seus Golem, que não devia estar agindo de maneira estranha.

Era como se fosse outro humano…

…Impossível, pensou ele. Mas o que diabos está acontecendo?

Muitas questões assaltaram sua mente, deixando-o desorientado e como se faltasse ar em seus pulmões. Para se certificar de que não estava sonhando acordado, puxou sua própria bochecha, sentido toda textura e as os dedos frios da manopla tocando sua pele.

Não é um sonho, pensou ele espantando. Por que com a tecnologia atual, até onde eu saiba, era impossível reproduzir a sensação de textura de objetos, fragrância, e outros aspectos da realidade.

Um pensamento absurdo passou por sua cabeça, pensamento que somente um louco pensaria… Algo impossível de acontecer.

…Será possível que o jogo tenha se tornado real? Pensou ele duvidando de sua própria sanidade mental. É impossível… Mas como explicar as expressões vívida de Freya, a textura do trono e a fragrância perfumada de Freya? Nada disso é possível com a tecnologia atual, só resta a possibilidade que por algum milagre, durante o fechamento dos servidores, fui pego em algum fenômeno sobrenatural, transformando o jogo em realidade!

A pesar de ter sido pego em uma situação anormal, conseguiu manter sua mente calma. Freyr, mesmo na vida real, era uma pessoa que poderia manter tranquilidade mesmo durante uma calamidade. De forma lógica, pensou e repensou em várias hipóteses, numa tentativa de encontrar uma resposta lógica para situação atual.

Mas não importava o quanto ele pensasse no assunto, toda situação indicava que seu primeiro pensamento, qual acreditou ser loucura, mostrou-se o mais provável: o jogo se tornou realidade.

Mas, como?

Era a pergunta que não saia de sua mente – uma pergunta cuja resposta era uma incógnita.

Freyr acalmou a ansiedade em seu coração e tentou acessar o console de controle do jogador… Infelizmente não obteve sucesso, nenhuma interface visual surgiu. Ficou em silêncio, lançando um olhar afiado para todos dentro do salão.

― Há algo errado? ― perguntou Freya

Por um momento Freyr ficou em silêncio, ainda incapaz de aceitar completamente a ideia do jogo ter virado realidade. Minutos depois, sem conseguir chegar á uma conclusão, resolveu jogar todo seu bom senso fora e por hora aceitar a situação.

― Freya, você sentiu algo fora do normal dentro de Godheim?

― Não, senhor ―respondeu Freya claramente confusa. ― Pode ser que algo tenha acontecido sem eu ter consciência?

Sim, você não devia estar falando ou respondendo! Pensou em dizer, mas ficou calado pensando em suas próximas palavras.

― Acredito que fomos pego em algum fenômeno de natureza desconhecida ― disse pausadamente e acrescentou: ― É bem provável que não estamos mais em Arcádia.

Freyr se levantou, com um olhar afiado, falou:

― Einherjar formem grupos de cinco e patrulhem cada canto de Godheim, em caso de encontrar algo estranho me chamem!

Os Einherjar se curvaram com perfeita sincronia e com uma voz, como bater de duas pedras, falaram:

― Sim, Lorde Supremo!

Após receber a ordem de seu senhor, expandiram suas asas metálicas, disparando como feixes de luzes em direção a saída, iniciando sua patrulha pela cidade.

Seu olhar caiu sobre Freya, ela se curvou sobre um joelho com a mão direita sobre o peito, falou:

― Por favor, dê-me sua ordem!

Freyr não sabia de sua situação atual.

Às vezes a ignorância é uma benção, pensou ele. Mas na situação atual é como fechar os olhos e caminhar em direção a um precipício..

― Freya, reúna os guardiões dos templos. Estarei aguardando-os no terceiro andar dos jardins suspensos!

― Como ordenar, Lorde Supremo!

Uma vez tendo recebido a ordem. Ela correu com uma velocidade inumana em direção a saída da sala do trono. Freyr deixou o trono, caminhando até o canto esquerdo do salão, aonde uma elaborada formação de diagramas mágicos foi esculpido no piso.

Era um dos vários círculos de teletransporte rápido espalhado por toda Godheim. Freyr hesitou por um momento, mas, finalmente tomou coragem e pisou no círculo mágico de teletransporte rápido.

O diagrama mágico liberou luzes multicoloridas. Freyr desapareceu do salão.

Ele sentiu o chão desvanecer sob seus pés, como se estivesse flutuando no ar. O mundo se tornou puro branco. Então, um instante depois, voltou a sentir o solo sob seus pés. Freyr estava nos jardins suspensos.

 

 

 

>>>>> 2 <<<<<

 

 

 

Godheim era dividido em seis setores. Cada um com seu templo e seu guardião, um NPC de alto nível.

Cada setor tinha suas peculiaridades. Freyr, rodeado por árvores de cerejeira, formando um círculo ao redor do diagrama de teletransporte rápido, contemplava o Templo da Natureza.

Após uma longa estrada pavimentada de tijolos coloridos. Havia uma escadaria com mil degraus, aonde se encontrava a entrada de uma majestosa pirâmide de jade. Esculpido com imagem dos mais diversos animais exóticos.

A pirâmide possui três andares. O primeiro andar era uma vasta área de bosques e lagos, aonde está reunido diversos animais da fauna e flora Arcadiana. No segundo andar, era um verdadeiro mundo com vastas áreas montanhosas e grandes florestas, área residencial dos NPCs. E, no último andar, a menor área. Sendo o local administrativo, aonde foi usado em diversas ocasiões como local de reunião entre os membros da guilda.

― LizaGarden ― disse ele com carinho e saudade. Ela era a única entre seus companheiros que não estava presente na reunião de despedida. ― Tudo que ela criava era cheio de graça e de uma beleza transcendental.

Freyr conhecia bem LizaGarden, no jogo e na vida real. Diferente de seu avatar – uma loli élfica que se classificou no mais alto nível da hierarquia racial feérica, uma Arquifada –, na vida real era uma mulher adulta, uma bioquímica formada de renome que trabalhava numa grande empresa farmacêutica multinacional.

Éramos de mundos diferentes na vida real, pensou ele. Mas no jogo, éramos grandes amigos. LizaGarden, era como a lua. No jogo ela estava ao alcance de minhas mãos. Na vida real era tão distante, que só poderia observar de longe.

Deixando seus devaneios de lado. Observou o céu azul de poucas nuvens, com um grande sol de verão.

― Não estamos nas planícies congeladas do desespero ― murmurou para si mesmo. ― Eu tinha minhas dúvidas, mas, vendo esse cenário só resta acreditar que realmente fomos pego em algum fenômeno paranormal clichê, como naquelas histórias de uma Light Novel.

Freyr estava convencido que foi jogado em um mundo paralelo.

O cenário era uma prova incontestável.

Sua única dúvida era como seria o novo mundo.

Um mundo hostil? Um mundo acolhedor?

― Esse mundo pode ser perigoso ― seu olhar caiu sobre uma cadeia de montanhas distante com seus picos escondido por nuvens. ― A cadeia de montanhas está localizada após uma grande floresta, quase três mil quilômetros de distância….

De repente ele parou de falar. Uma questão surgiu em sua mente. Como ele sabia a distância exata de Godheim até a cadeia de montanhas?

Não somente isso, ele poderia ver bem e distinguir as diversas silhuetas que voavam sobre a cadeia de montanhas distantes. Podia contar com exatidão quantas folhas tinha cada copa de árvore em seu raio de visão.

― Pode ser… Que seja devido a habilidade passiva「Visão de Heimdall V」?

Visão de Heimdall V era uma habilidade passiva de percepção extra-sensorial suprema que havia adquirido ao obter a classe Deus da Guerra. Essa habilidade passiva não se limitava somente a percepção de tudo ao seu redor, mas, também era uma habilidade de analise que pode identificar tudo e compreender diversas informações de objetos e jogadores.

No raio de alcance de sua habilidade passiva, tudo era como um livro aberto. Uma habilidade assustadora que Freyr guardava em mais absoluto segredo.

Freyr ponderou por um tempo, depois balançou a cabeça deixando tais pensamentos de lado. Além da habilidade passiva「Visão de Heimdall V」, sentia que havia outras habilidades passiva em trabalho, permitindo ter uma compreensão profunda de seus arredores.

Frey respirou fundo e acalmou suas emoções, depois, brincou com seus novos sentidos apreciando a paisagem.

Após vários minutos, ativou a habilidade「Gerar Asas」da armadura. Asas douradas surgiram de suas costas e chutou o chão, pegando impulso, voando como um feixe de luz. Entre as árvores que ladeava a estrada pavimentada, era possível ver belas silhuetas de beldades diáfanas, dríades e elfas, montadas em grandes leopardos correndo entre as árvores.

Jaeguer, pensou Freyr. Poderosas caçadoras responsáveis por patrulhar a área ao redor do templo.

― Saúdo o mais antigo! O mais sábio! E o mais poderoso de todos Senhores da Guerra! Aquele que está acima de todos, Mestre dos Mestres, Lorde Supremo de Godheim, Freyr Pendragon!

Curvando-se graciosamente, na entrada do templo da natureza, estava uma beldade diáfana de longo cabelo azul-roxeado. A beldade lembrava uma elfa, com suas longas orelhas pontudas e seu rosto de traços refinados. Vestia uma elegante túnica verde com as longas magas bordada com desenhos intricados. Seu pescoço era enfeitado por um colar em forma de harpa.

Na parte de trás do cinturão havia duas belas e mortais adagas.

Sua presença era hipnotizante, exalando um aroma capaz de acalmar as feras mais selvagens.

Ela era Uma poderosa NPC da raça Alto Elfo, Guardiã do Templo da Natureza Signy.

Freyr coçou o queixo um pouco envergonhado pela bajulação de Signy.

― Levante-se! ― ordenou. ― Em breve os guardiões se reuniram aqui. Vamos para o terceiro andar.

Com um gesto elegante, Signy levantou sua cabeça e guiou Freyr até o terceiro andar do templo da natureza.

 

 

>>>>> 3 <<<<<

 

 

A luz do sol passava pelo mosaico colorido do teto triangular do 3ª andar, dando ao ambiente uma atmosfera mística. No meio do terceiro andar, havia um grande lago de águas cristalinas, cujo centro havia uma pequena ilha aonde se erguia uma gigantesca árvore de folhas multicoloridas.

Se não me engano, o lago foi criado com referência a dama do lago das lendas Arturianas. Pensou Freyr contemplando aquele fabuloso cenário. Não importava quantas vezes ele já havia visto aquele cenário mágico, Freyr nunca deixou de se maravilhar.

Os dois seguiram até uma das praças ao redor do lago cristalino.

Freyr sentou-se em um dos bancos de mármore ao redor de uma grande mesa redonda, sentido a doce fragrância do campo de flores que dominava todo o 3ª andar. Embriagando os sentidos de Freyr, fazendo-o emergir nas lembranças em que conversava com LizaGarden.

― LizaGarden criava tudo com amor ― disse Freyr. ― Você, Signy, é a manifestação de seu ideal de perfeição.

Com um sorriso amargo, ela falou:

― Talvez ela tivesse nos amado durante nossa criação, mas, era um amor superficial. Suas palavras eram frágeis demais. Quebrou seus juramentos, traiu todos nós, nos abandonando a própria sorte. Se ela realmente nos amava, como pode ela ter nos abandonado?

Freyr não falou nada, apenas sorriu amargamente.

Estava ciente sobre o significado da quebra de juramento e a traição mencionada. Para Freyr foi como jogar sal em sua ferida, preferia ter apenas os bons momentos guardado em seu coração, mas, nem tudo era perfeito.

Começou a imaginar se todos NPCs estavam se sentindo da mesma forma.

Freyr afastou seus pensamentos, sorrindo, falou:

― Signy, prometo que jamais vou lhe abandonar. Você, cada guardião e aqueles qual servem Godheim são importantes para mim.

O sorriso amargo, lentamente, como uma flor, desabrochou em um belo sorriso repleto de gratidão.

Enquanto conversavam, a mente de Freyr trabalhava freneticamente em várias contramedidas. Seu maior medo não era o novo mundo em si, mas, sim a possibilidade de outros jogadores terem sidos teletransportados para esse mundo. Não ousava subestimar o novo mundo, ainda mais quando carecia de informações, mas tinha o pressentimento que outros jogadores seriam mais perigosos.

O tempo foi passando, minutos depois, no horizonte surgiu Freya com os quatro NPCs guardiões.

Eles se ajoelharam sobre um joelho, com a mão direita sobre o peito, se apresentaram.

― Guardião do Templo do Orgulho, Ragnar. Se apresenta diante o Lorde Supremo!

Ragnar era grande, corpo robusto, equipado com o set completo de armadura pesada「Senhor dos Viking da Guerra」, coberto por uma névoa vermelha, cheio de violência e terror. Nas suas costas, havia um grande machado de guerra, com dois metros de comprimento. Esculpido na lâmina do machado, cenas de guerras sangrentas.

Seu elmo era ornamentado com ouro e prata, nas laterais, saia longos chifres de touro.

Ele era um NPC da raça humana com classes que o tornavam a epitome de um guerreiro puro.

― Guardião do Templo dos Dragões, Sigur. Se apresenta diante o Lorde Supremo!

Diferente da aparência feroz de Ragnar. Sigur tinha feições galante, heroicas com seus cabelos loiros trançados caindo até seu largo ombro, sobre armadura cor azeviche adornado com um feroz dragão vermelho. Sob seu manto vermelho estava uma enorme espada demoníaca de duas mãos, Balmug.

Esse NPC tinha como classe Cavaleiro de Dragão, podendo utilizar dragões como montaria – e também utilizar as habilidades raciais de um dragão

― Guardiã do Templo da Ganância, Dana. Se apresenta diante o Líder Supremo!

Dana era a única NPC de alto nível voltada unicamente para classes arcanas. Seu corpo esguio de pele morena, envolto por um longo manto escuro com o brasão da Guilda bordado com fios de ouros. Seu pescoço era enfeitado por um grande colar de ouro. Cabelo curto, chegando até seu ombro estreito e seus olhos verdes, como dois par de esmeraldas.

Sua cabeça era equipado comum chapéu pontudo bordado um grande olho místico vermelho.

Segurava o cajado de classe lendário「Cajado da Bruxa Gullveig」, um dos mais poderosos cajados mágicos de todo jogo. Maximizando o poder de dano mágico de qualquer feitiço lançado pelo conjurador.

― Guardião do Templo dos Heróis, Galahad. Se apresenta diante o Líder Supremo!

Galahad estava equipado com o set de armadura 「Virtuoso Cavaleiro Sagrado」, e a o uma manto puro branco bordado com broches de estrelas de ouro「Manto dos Justos」, item classe lendário. Na mão esquerda um escudo branco com uma grande cruz vermelha, chamado de 「Escudo dos Inocentes」, presa no cinturão, havia uma espada embainhada cujo nome nunca poderia ser mencionada fora de uma batalha.

Seu rosto era juvenil, aristocrático, cabelos escuros curtos, olhos azuis cheio de bondade e justiça.

Assim como nas histórias do Ciclo Arturiano. A fundadora Saber-Lala, criou ele com referência ao lendário cavaleiro Galahad da Távola Redonda do Rei Artur.

Com suas Classes: Paladino, Guardião Real e Herói. Galahad era a personificação ideal de um cavaleiro heroico.

Vendo os cinco NPCs ajoelhados, criados por seus amigos, vários sentimentos complicados surgiram em seu coração.

Freyr suspirou em seu coração. Levantou a mão como um governante, e falou imperiosamente:

― Levante-se, Guardiões!

Em perfeita sincronia, eles se levantaram ao mesmo tempo.

Freyr ponderou por um momento suas próximas ordens. Na situação atual precisava urgentemente recolher informações sobre a área que Godheim foi transferida. Seu maior temor era a possibilidade de ter sido transferido para no meio de um grande país. E com as belezas e riquezas de Godheim, acabaria atraindo atenções indesejadas.

― Freya sobrevoe a grande floresta a leste de Godheim. Sigur sobrevoe a área oeste de Godheim. Ragnar sobrevoe a área Sul e Galahad fica com a área norte. Procure por sinais de estradas, habitações humanas e formas de vidas inteligentes. Sejam cautelosos e permaneçam fora de vista. A cada meia hora entre contado para fazer um relatório da situação.

― Como ordenar, Lorde Supremo!

Ativando a habilidade de suas armaduras「Gerar Asas」, grandes asas brancas surgiram da armadura dos guardiões. Saíram rapidamente do 3ª andar, sobrevoando as respectivas áreas próxima de Godheim.

― Dana, vá para a superfície e conjure um sistema de alarme ao redor de toda Godheim.

Com uma voz bem articulada, ela falou:

― Considere como feito, Lorde Supremo!

Dana bateu o cajado mágico contra o chão, surgindo um complexo círculo mágico, em seguida desapareceu, em um flash deslumbrante de luz, reaparecendo na superfície iniciando seu trabalho.

― Signy ― Freyr se levantou e caminhou em direção a saída do 3ª andar. ― Notifique seus subordinados e dos outros templos sobre nossa situação atual. Ordene para ficarem em estado de alerta, preparados para possíveis ataques.

Signy fez um gesto gracioso e se retirou.

Freyr retornou para a sala do Trono, observando toda Godheim do Trono da Onisciência.

Cuidado com o que deseja, pensou ele ironicamente. Por que pode acabar virando realidade.

Freyr agora entendia bem o significado dessas simples palavras. Nem em seus sonhos mais louco, poderia imaginar que seu desejo seria atendido de uma forma tão inesperada.

― Não sei o que o futuro nos guarda ― disse ele encostando no trono, acariciando as cabeças de lobos do trono. ― Espero sinceramente que seja um mundo pacifico, caso contrário, para proteger Godheim irei esmagar qualquer ameaçar. Sejam outros jogadores, sejam os habitantes desse mundo, ate os próprios Deuses. Quem ameaçar minha amada Godheim irá pagar um preço de sangue, morte e destruição.

O lema da Guilda era “sem piedade com os inimigos”, não importa que fossem. No jogo, quem ousar ir contra sua guilda pagara um grande preço.

Deixando esses pensamentos de lado, Freyr voltou a observar cada movimento dentro de Godheim e aos seus arredores.

Anúncios

4 comentários em “Nefoedd (Reescrito): Capítulo 2

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s