Nefoedd (Reescrito): Capítulo 11

Sól, A Donzela da Guerra!

 

 

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Em um dos aposentos do templo da guerra na Fortaleza.

As empregadas Reya e Elis encheram uma banheira com água quente fumegante e esfregaram Yasmin dos pés à cabeça até a deixarem sua pele rosada. Esfregaram tanto os pelos de sua cauda e orelhas felpuda de raposa, que brilhavam como prata líquida. Aplicaram uma loção perfumada por todo seu corpo e depois escovaram seu cabelo prata, deixando-os cair soltos e ondulados até sua cintura.

As duas empregadas vestiram Yasmin com roupas novas. Sua roupa de baixo era extremamente suave e parecia poder rasgar com um único movimento bruto, mas na realidade era mais resistente do que poderia imaginar. A túnica de cetim Branco-dourado qual a vestiram, era aberto na frente em um decote ” V” deixando exposto seus ombros estreitos e seios farto. As longas mangas pontiagudas da túnica era bordado com fios de prata em padrões intricados. A saia era leve, aberto nas laterais, deixando exposto parcialmente suas pernas. Calçava sandálias de pele suave de algum monstro de alto nível com as correias ornamentadas com várias pedrinhas brilhantes.

Sua cintura era envolvida por uma faixa de seda lustrosa, preso por elegantes broches de ouro esculpido na forma de um sol.

Após terminar de vesti-la, Reya e Elis trouxe um grande espelho e colocou de frente da beldade que pode fazer reinos guerrearem por sua beleza.

― Reya, realizamos um milagre digno dos registros dos Salões dos Heróis de Godheim! ―Mirri falou fingindo enxugar uma gota de suor inexistente na testa.

Uma forma teatral de dizer o quão foi trabalhoso transforma-la em uma beleza única.

― Não seja modesta, Elis! ― Reya respondeu também fingindo enxugar uma gota de suor inexistente na testa. ― Foi graças à suas escolhas que podemos transformar uma pata selvagem em um belo cisne deslumbrante!

Por outro lado, Yasmin estava boquiaberta olhando para o reflexo de uma beldade vestida lindamente. Precisou de vários minutos para aceitar que era seu próprio reflexo e não algum tipo de fantasia selvagem de sua mente.

Reya aproximou-se de Yasmin envolvendo seu pescoço esbelto com um colar de ouro.

― Nosso mestre ordenou para deixá-la apresentável ― Elis disse-lhe com orgulho, dando toques finais no vestido. ― Porem, fizemos mais do que deixá-la apresentável. Ah, fizemos muito mais! A transformamos em uma beleza digna de louvores!

― Por quê? ― perguntou Yasmin sem compreender. ― Por que me vestiram como uma princesa? Por qual razão fui escolhida? Para qual proposito?

Reya andou até a porta do aposento.

― Logo terá suas respostas ― Reya respondeu suavemente ao abrir a porta do aposento. ― Agora vamos! Nosso mestre acabou de chegar!

Andando pelo corredor estreito, as duas empregadas se posicionou ao lado de Yasmin.

― Quando estiver diante nosso mestre ajoelhe-se sobre um joelho e baixe a cabeça. Só levante e fale quando for-lhe ordenado. Tenha em mente que qualquer erro em seu comportamento, poderá causar a fúria de um dos Guardiões do Templo. Principalmente de Freya, Guardiã do Templo da Guerra.

Yasmin assentiu nervosamente.

 

 

 

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O corredor terminou em uma saída que dava para entrada do templo protegida por demônios de ferro. Seus passos se tornaram instável assim que avistou a multidão na entrada do templo olhando-a com espanto.

Eles não estão olhando para você, mentiu para si mesma. Não funcionou. Eles olhavam para ela boquiabertos e com olhos tão arregalados que pensou que saltariam para fora.

― É a senhorita Yasmin, filha do chefe Giles!

― Ela está tão encantadora!

― Parece uma princesa! Nossa Princesa! Princesa do Povo Raposa!

Exclamou um dos homens raposas seguido por um clamor entre os moradores. Exaltados, gritaram “Princesa do Povo Raposa “, com olhos cheios de paixão.

Não sou princesa coisa alguma, pensou em dizer a todos. Contudo estava tensa demais para dizer alguma coisa.

Não se lembrava em que momento havia entrado no templo. Estava concentrada demais na simples tarefa de não tropeçar em seus próprios pés. Seguiu por um tapete vermelho ladeado por majestosos Einherjar com suas asas metálicas aberta. Empunhando espadas resplandecentes para o alto.

As laterais do templo estavam repletos de moradores qual conhecia muito bem. Todos seus olhares estavam preenchidos com choque; descrença; e até mesmo inveja.

Então como se todas as peças de um quebra cabeça foram encaixadas, chegou a um entendimento de toda situação: era uma cerimônia de casamento e ela a noiva.

Não pode ser certo? Pensou Yasmin sentido um frio em seu estômago.

Para ela ser concubina de Freyr já era algo que nem se quer ousava sonhar. Muito menos em ser sua mulher. Ela não era uma princesa, nobre, ou tinha qualquer coisa especial que valia apena mencionar. Não havia nenhum mérito em tê-la como esposa.

Preciso me acalmar, disse para si mesma e olhou para o lado em busca de uma reposta com as empregas gêmeas. Contudo, para seu espanto, não estavam mais lá. Em que momento elas me deixaram?

O tapete vermelho terminou em uma pequena escadaria com cinco degraus. No topo se encontrava um altar de mármore e atrás uma estátua de um guerreiro feroz.

No topo de frente ao altar, estava o próprio Deus da Guerra em carne e osso. Vestido em toda glória. Submetendo todos sob uma aura natural de poder.

De cima ele a encarava-a com seus olhos azul-escuro.

Seu olhar colocou uma grande pressão sobre Yasmin fazendo todo seu corpo enrijecer. Fazendo seus movimentos se tornarem ainda mais duros e atrapalhados. No mesmo instante sentiu um olhar preenchido com uma intensa intenção de matar.

Seguindo olhar encontrou um belo par de olhos cor de mel. Emoldurado por elegantes sobrancelhas e cabelos de um loiro lustroso, cacheados, caindo como uma cascata de ouro até seu quadril. Vestia uma gloriosa armadura branca, resplandecente, ornamentado com ouro e prata.

Seus lábios vermelhos formavam um sorriso ríspido.

Yasmin havia a visto somente uma vez e agradecia por esse fato. Pois ela a temia. Seu temperamento explosivo e os olhar preenchido com intenção de matar desumano fazia qualquer um temer por sua vida.

Freyr poder ser poderoso, mas decerto é gentil com meu povo, apesar de suas verdadeiras intenções. Mas essa mulher dos cachos de ouro, não é gentil, muito menos piedosa. Ela ver meu povo como animais sujos. Ela mataria meu povo se fosse permitido.

Freya estava no topo ao lado direito de Freyr e na base da escadaria encontravam-se três Guardiões do Templo. Reconheceu a pequena bruxa de robe negro e chapéu pontudo de bruxa. Responsável pelo rio de pedras que havia visto mais cedo. Não conhecia as outras duas figuras, mas pelo ar heroico que exalavam deviam ser grandes guerreiros à serviço de Freyr.

Yasmin parou diante a pequena escadaria que levava ao altar e ajoelhou e baixando a cabeça conforme foi ensinado pelas empregadas gêmeas. Estava consciente do olhar de Freyr sob suas costas. Estudando-a. Um olhar que parecia poder ver através de sua alma.

― Levante-se, Yasmin, filha de Giles.

Foi necessário um grande esforço mental para erguer a cabeça novamente. Porque a aura emitida por Freyr parecia empurrar sua cabeça para baixo.

― Sabe por que foi convocada? ― questionou, fazendo sua voz ecoar por todo salão do altar.

Se eu soubesse a razão não estaria tão nervosa, pensou em dizer, mas não falou. Apenas meneou a cabeça negativamente dizendo que não sabia a razão por trás de sua convocação.

Freyr desenhou um sorriso misterioso e voltou seu olhar para o povo dos homens raposas e chefes de outras tribos que haviam jurado lealdade.

― O leste da Grande Floresta de Orman agora faz parte dos meus domínios e todos aqueles que desafiaram minha vontade se tornaram cinzas. No futuro quando os bardos cantarem minhas conquistas. Mencionaram as sábias raposas da Grande Floresta de Orman! Os primeiros a jurar lealdade! Hoje, diante de todos vós mostrarei minha generosidade com aqueles que me servem!

Suas palavras ecoavam com força e poder fazendo cada homem raposa tremer de excitação.

― Sou generoso e tudo que peço em troca é lealdade absoluta. Enquanto me seguirem, desfrutaram de riquezas e prosperidade. Sou leal com aqueles que me são leais. E recompenso deslealdade com a morte.

Por um instante sentiram uma sanguinária intenção de matar que fez todos presentes assustados e com as pernas tão trêmulas que poderiam cair no chão a qualquer momento.

Uma amostra do que esperava aqueles que fossem desleais.

― Sou justo e não tolero crimes. Muito menos injustiças. Para aqueles que cometerem tais atos serão punidos de acordo com sua gravidade… Eu apenas desejo que trate todos ao seu redor como se fossem seus irmãos de sangue, independente da tribo e raça. Nos tempos de paz sejam leais, bondosos e acima de tudo: justos. Nos tempos de guerra sejam ferozes e destemidos.

Cada palavra de Freyr penetrou fundo no coração de todos presentes. Alimentando as chamas da adoração. Antes eles apenas o venerava por causa de sua força, mas agora também o venerava por seus princípios.

Um clamor irrompeu entre os homens de todas as tribos gritando vivas para seu senhor, Freyr Pendragon.

Freyr levantou a mão de forma régia pedindo por silêncio.

― Concedi a Giles o cargo de Chefe de Guerra do Leste. Ele será responsável por administrar e fazer manutenção da Fortaleza e as terras ao redor. Contudo, o templo está fora de sua jurisdição. O templo irá operar de forma independente e estará subordinado diretamente a mim. Será necessária uma sacerdotisa. Uma Donzela da Guerra. Para administra-lo e servir como representante de minha vontade. Quem entre vós é apto para ser minha sacerdotisa, uma Donzela da Guerra?

O salão do altar do templo foi preenchido por um silêncio esmagador.

Eu não sou apta. Nem desejo essa responsabilidade, pensou Yasmin ao perceber que todos olhares do salão estavam voltados para ela. Traidores!

Freyr olhou em seus olhos e fez um gesto com a mão pedindo para aproximar-se.

Yasmin de certa forma estava aliviada ao descobrir que não se tratava de um casamento, mas ao mesmo tempo estava decepcionada quando imaginava como seria estar na cama de um homem tão poderoso.

Um novo pensamento, nada decente, surgiu em sua cabeça.

Serei sua Sacerdotisa. E, será meu dever como sua sacerdotisa servir à sua vontade. Isso vale também para servir em sua cama? Satisfazer seus desejos mais… Carnais?

Yasmin, agora não estava tão decepcionada.

Freyr que a observava não fazia a menor ideia dos pensamentos da jovem mulher raposa.

Quando Yasmin chegou ao topo da escadaria estava completamente distraída. Olhava para baixo temendo que percebesse seu rosto avermelhado.

― Relaxe ―disse Freyr, pousando sua mão sobre o ombro desnudo de Yasmin. Sentiu a pele macia como seda e seus sentidos foram embriagados pelo aroma perfumado vindo de Yasmin.

Freyr engoliu sua saliva e finalmente foi afetado pela beleza estonteante de Yasmin.

Agora estudava cada contorno de seu rosto lupino; seus lábios rosados; seu cabelo prateado ondulado; as belas orelhas felpudas de raposa; o decote em “V” de sua bela túnica de cetim branco-dourado realçando seus seios amplos e redondos…

Antes, sempre que Freyr a olhava via uma mulher raposa bonita, mas nunca havia dado muita atenção e logo estaria submergido em outros pensamentos. Mas agora era impossível olhar para ela e pensar em qualquer outra coisa.

Sentido o toque da mão de Freyr em seu ombro. Sentiu um choque elétrico percorrer todo seu corpo. Fazendo os pelos de sua cauda se arrepiar e suas pernas perderem a força. Levantou a cabeça. Seus olhos se encontraram com os olhos azul-escuro de Freyr. Descobrindo que ele a olhava com desejo e por alguma razão estava não estava com medo… Pelo contrário, estava satisfeita.

Seu coração disparou. Batendo tão forte que temia que todos presente pudesse ouvir.

O que está acontecendo comigo? Pensou ela sem saber como havia de forma repentina sentir-se tão atraída por ele.

Freyr era forte e de boa aparência. Seria apenas o natural uma mulher sentir-se atraídas por seu poder e boa aparência. Contudo, Yasmin tinha medo dele e ressentia com o fato de tudo que estava sendo impondo sobre seu povo sem consulta-los.

Agora a situação era diferente. Desde o momento que havia imaginado a possibilidade de tornar-se mulher de Freyr. Algo dentro de seu coração havia mudado e tudo que conseguia pensar era na forte atração que estava sentindo naquele momento.

O clima no salão do altar do templo se tornou estranho e os primeiros a perceber a mudança repentina em Freyr foram os Guardiões do Templo. Principalmente Freya que estava em ponto de erupção vendo a mão de seu criador tocar a pele de outra mulher.

Freyr precisou de um grande esforço mental para voltar aos seus sentidos.

Ele pigarreou e adotou uma expressão séria ao voltar a falar.

― Se tornar minha sacerdotisa. Uma Donzela da Guerra. Significa que será minha subordinada direta e será responsável pela administração do templo e representante da minha vontade na região leste da floresta. Esse cargo e repleto de benefícios, mas também de grandes responsabilidades. Yasmin, filha de Giles, sabendo o que significa ser uma Donzela da Guerra. Eu, Freyr Pendragon, Primeiro dos Seis, Senhor Supremo de Godheim. Lhe pergunto: aceitarás o cargo de Donzela da Guerra?

Se fosse antes ela teria recusado mentalmente sem hesitação. Sabia que não estava preparada para a responsabilidade que vinha acompanhada com o cargo de sacerdotisa. No entanto, temia que se recusar não teria oportunidades de estar ao lado dele.

Naquele momento para surpresa de Yasmin uma voz arcaica soou em sua cabeça.

 

→Deus da Guerra lhe concedeu o posto sagrado de Sacerdotisa da Guerra. Ao aceitar o posto sagrado será criado um vínculo de alma com o Deus da Guerra. Você se tornará uma extensão de seus poderes, podendo canalizar sua vontade e energia. Uma vez que seja criado um vínculo de alma nunca mais poderá ser desfeito.
→Benefícios do posto sagrado Donzela da Guerra: O escolhido ganhará a Classe:「Donzela da Guerra」\ Subirá na Hierarquia racial\ Aumento nas estatísticas de poder.
→Deseja aceitar posto sagrado Donzela da Guerra?

 

Muitos pensamentos passaram por sua cabeça; seu pai; seu amado povo; a vida que teve até o presente momento. Uma vez que tomasse uma decisão tudo mudaria. Sua vida nunca mais voltaria ser a mesma.

Yasmin não sabia o que o futuro lhe reservava, mas por hora tudo que desejava era estar mais próxima de Freyr – e também, dessa forma poderia proteger seu povo e garantir seus interesses.

Ela havia tomado sua decisão.

― Eu aceito! ― respondeu com seus olhos repletos de determinação.

No mesmo instante todo corpo de Yasmin irradiou uma aura prateada e Freyr irradiou uma aura resplandecente como mil sóis. A aura de ambos fluiu em direção um do outro, entrelaçando-se, criando um vínculo de alma. Unindo suas almas, corações, e destino.

 

→Vínculo de alma criado! Primeiro critério para posto sagrado Sacerdotisa da Guerra foi cumprido!

 

Após conclusão da criação do vínculo de alma. Parte da aura de Freyr fluiu para Yasmin, preenchendo seu corpo com um poder ilimitado. Despertando um novo poder no âmago de sua alma.

De repente Yasmin caiu de joelhos no chão, sentindo aquele poder impregnando sua carne e ossos, mudando-a de dentro para fora. Seu corpo se tornou muito quente e seu coração parecia tambores de guerra.

Mordeu seu lábio inferior, suportando a súbita onda de dor.

Surpreso, Freyr assistiu as mudanças acontecendo no corpo da jovem mulher raposa. Não imaginava que ao oferecer o cargo de sacerdotisa resultaria em uma mudança tão drástica. Eu tenho que ter muito cuidado com minhas palavras. Tudo que falo tem um grande efeito na realidade do mundo de Nefoedd.

Yasmin foi engolfada por uma densa energia que girou em um vórtice até disparar em um pilar de luz ofuscante para o alto. O evento encantou todos presentes fazendo olhar com ainda mais veneração para Freyr.

Aos poucos o pilar de luz cessou revelando uma mulher de beleza divina. Chegando até o ponto que a palavra “beleza divina”, não era o suficiente para descrevê-la.

Seu rosto adquiriu traços elegantes e ao mesmo tempo felinos. Seus cabelo prateado adquiriu mechas douradas, assim como os pelos de sua orelha felpuda e, o que anteriormente era uma cauda de raposa, se tornou três longa caudas de raposa.

Uma elegante tatuagem de um sol com linhas paralelas e transversais adornava seu antebraço e pernas.

Pode ser que seja o diagrama de uma habilidade final? Perguntou-se, mas logo havia abandonado esse pensamento. Uma habilidade final era algo adquirido somente ao alcançar o nível máximo de uma classe. E Yasmin não possuía uma classe. Talvez seja alguma habilidade especial do povo raposa… Vou pesquisar isso mais tarde.

Freyr não sabia se era algo normal de Nefoedd, ou sua aura havia alterado alguns aspectos de sua evolução.

Yasmin abriu seus olhos revelando íris dourada e pupilas como a de um felino.

 

→Evolução concluída com sucesso! Segundo critério para posto sagrado Sacerdotisa da Guerra foi cumprido!

 

Yasmin levantou-se de forma ágil, fitando suas mãos e as unhas que se transformou em garras tão afiadas e resistentes como uma espada. Fitou espantada para suas três caudas de pelos de um prata lustroso.

Para o povo raposa a cor do pelo e quantidade de caudas representava seu nível de poder. Sendo uma cauda o mais fraco e nove caudas o mais forte. Seu pai havia falado que no passado, seus ancestrais conseguiam despertar até três caudas o que era uma grande realização. Somente nos mitos e lendas, contados de geração para geração, havia raposas que despertaram nove caudas e se tornaram deidades imortais!

A cor do pelo de nossas caudas representam a pureza e quantidade de nosso poder, pensou Yasmin lembrando-se das palavras de seu pai. O que significa que agora eu tenho um poder muito puro e uma grande quantidade de energia mágica.

De repente sentiu uma terrível dor de cabeça e um fluxo de informação inundou sua mente.

 

→Você adquiriu a Classe:「Donzela da Guerra」! Terceiro e último critério concluído para o posto sagrado Sacerdotisa da Guerra foi cumprido!

→Parabéns você se tornou uma Sacerdotisa da Guerra! Capacidade Especial de Conjuração Magia de Divina foi desbloqueado!

 

Contemplando a nova aparência de Yasmin e as caudas de um prata lustroso, com toque de dourado como os primeiros raios do sol. Lembrou-se da Deusa do Sol na mitologia nórdica que em sua carruagem Alfrodul puxada por seus fantásticos cavalos solares era constantemente perseguida pelo lobo Skoll.

― Essa e minha Donzela da Guerra! ― pegou a mão suave dela e ergueu para cima e gritou: ― Saúdem sua sacerdotisa! A Donzela da Guerra da Região Leste da Grande Floresta de Orman!

O salão do altar do templo irrompeu em gritos de vivas.

― Viva a Sacerdotisa Yasmin! Viva a Sacerdotisa Yasmin! Viva a Sacerdotisa Yasmin! Viva a Sacerdotisa Yasmin!

Naquele dia nasceu uma lenda que se espalharia por toda Nedoedd.

Durante a comemoração Freyr havia recebido de uma mensagem telepática dos Guardiões do Templo. Na mensagem informava que sua gloriosa Godheim estava sendo atacada pelas forças do exército imortal da Senhora da Terra da Morte.

Ela finalmente fez seu movimento, pensou deixando a Fortaleza. Ótimo, já estava cansado de esperar!

Em um feixe de luz cortou os céus como uma estrela cadente.

Freyr desenhou um sorriso selvagem.

Logo aconteceria uma batalha que decidirá o destino da terra da morte.

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4 comentários em “Nefoedd (Reescrito): Capítulo 11

  1. “Seu olhar caiu sobre Freya ao lado de Freyr e tomou uma decisão. Um dia vou derrubar você de sua posição. Não importa quantos anos leve. Vou estar em seu lugar ao lado de Freyr. Essa será minha meta. Minha ambição. Meu sonho!” Olosco ._. comu assim ._. Magus… Na Novel anterior essa garota apareceu bem pouco… Você pretende dar mais destaque a ela? ou vai parar por aki?

    Curtido por 1 pessoa

    1. Ela vai receber um destaque maior nessa versão. Como pode ver, ela vai praticamente ser rival de Freya talvez vai rolar altas intrigas e brigas internas na corte de Freyr. Essa versão vai ser um pouquinho mais punk do que a versão anterior.

      Curtido por 1 pessoa

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