Histórias de um cavaleiro: Capítulo 4

A Caçada! (2 Parte Final)

 

 

> IV <

 

 

Usando técnica marcial chamado de Movimento em Alta Velocidade – técnica marcial que envolve o processo de usar energia da natureza para fortalecer as pernas, aumentando sua velocidade -. Evelly e Adam deixaram sorrateiramente o castelo pela parte de trás. Pulando de rocha em rocha, movendo-se em alta velocidade pelos vales verdejantes de Ainny em direção ao bosque negro.

Evelly seguia um pouco atrás de Adam, olhando as costas do garoto. Vendo o falcão branco da família MacCallum bordado na capa, ondulando, gloriosamente sob o vento.

Ao invés de estar correndo em alta velocidade, o jovem a sua frente dava a ilusão de que estava deslizando pelo vento como uma brisa feroz.

Em sua idade eu mal conseguia controlar minha energia da natureza, pensou ela emocionalmente. Um gênio realmente está em outro nível.

Evelly conhecia bem suas limitações. Apesar de ser uma meia-elfa, não era uma cultivadora com talento excepcional, mas se orgulhava por sua grande força de vontade. As poucas técnicas marciais e Arte Secreta dos Caçadores que aprendeu, foram conquistado com muito esforço e treinamento árduo.

Antes de ser considerada a melhor caçadora de Ainny, Evelly teve que trabalhar muito para conquistar esse título.

Contudo, tudo isso parecia insignificante quando estava perto de Adam. Um jovem de dez anos de idade, com uma inteligência e disciplina fora do comum. Também conhecido por todos cultivadores das terras de Ainny como o melhor manipulador elemental de sua idade.

Um gênio que aparece apenas uma vez a cada geração.

Porém existe um outro lado daquele jovem que poucos conheciam.

Evelly era uma dessas pessoas.

Quando ela e seu pai foram morar no castelo, quando tinha 11 anos de idade, tornou-se parceira de treinamento marcial de Adam. Como única criança do castelo próximo de sua idade, acabaram se tornando amigos e deixavam o castelo frequentemente para andar pelo vilarejo e explorar os arredores das colinas.

Em uma dessas explorações se afastaram muito do castelo.

No fim acabaram encontrando um bando de dez goblins; humanoides pequenos de pele tendendo do laranja para o vermelho, olhos negros e narizes grandes igual ao bico de um pássaro e uma boca cheia de dentes afiados.

Naquele dia havia ficado paralisada de medo e não pode fazer nada além de tremer de medo. Por outro lado, aquele pequeno jovem de aparência frágil, além da surpresa não estava com medo. Pelo contrário: estava sorrindo como uma criança que tinha acabado de encontrar um brinquedo interessante.

Adam exterminou todos goblins com as mãos nuas usando técnicas de transformação elemental.

Toda cena daquele dia estava firmemente gravada em seu coração.

Ela Jamais esqueceria da imagem daquele garoto de olhos dourado, brilhantes como raios de luz solar, movendo-se como um vento feroz, matando um goblin atrás do outro com as mãos envoltas por um vento afiado que pode cortar até rochas.

Depois daquele dia nunca mais voltou a vê-lo como apenas uma criança.

Seus olhar às vezes é assustador, pensou ela. Muitas vezes ele exala um ar pesado de um veterano de guerra, igual ao Mestre de Armas, Lawson. Mesmo assim, seu olhos são estranhamente calorosos e ao mesmo tempo solitário.

Seguiram por uma estrada lameada por causa das chuvas dos últimos dias. Descendo a colina, passando por camponeses levando as ovelhas para pastar. Como sempre, todas ovelha em um raio de dez metros começou a balir e correr para todas direções assustadas.

Os pastores praguejaram e correram atrás das ovelhas.

Na estrada que levava do vilarejo de Ainny até as cidade do norte do continente, passaram por carroças puxados por mulas seguindo em direção ao Vilarejo; caçadores vestido com peles de animais levando grandes arcos às costas; soldados fazendo patrulhas.

O Vilarejo de Ainny era cercado por uma bela terra, com corças e outros animais selvagens nos bosques no topo das colinas verdejantes. Para caçadores aquela região era um paraíso, contudo, ao mesmo tempo, era uma terra repleto de perigos.

Monstros perigosos habitavam a cadeia de montanhas Navac e o bosque negro na encosta.

A defesa do Vilarejo e das aldeias mais próximas de Navac dependia de Amalia e seus cavaleiros. Patrulhavam constantemente os arredores e as torres de vigias guarnecido por soldados estavam sempre atentos.

Por si só eram mais do que suficiente para lidar com ataques de monstros de baixo ranking. No entanto a situação era diferente quando um monstro de alto ranking descia as montanhas.

Adam encarou a cadeia de montanhas no horizonte. De picos afiados e delgados, como as presas de uma fera primordial, coberto por um manto de neve. Três anos atras, quando tinha sete anos de idade, pouco depois que começou a trilhar o caminho do cultivo, o Vilarejo havia sido atacado por um grande bando de goblins liderados por um terrível monstro de alto ranking, chamado de “Ogro”.

Aquele dia, Adam, lembrava com bastante clareza: o badalar dos sinos da torre do relógio; gritos desesperados dos moradores; choupanas em chamas; o som do combate; os urros animalescos do ogro.

Adam desejava ajudar na defesa do Vilarejo. Amalia por outro lado havia rejeitado, dizendo que ainda não estava pronto para um combate com um grande grupo de monstros. O forçando a abrigar-se junto com outros moradores no castelo até que a batalha terminasse.

Depois de uma noite intensa de batalha, Amalia e os soldados retornaram ensanguentados, cansados e feridos. Arthur viu a criatura chamada “Ogro”- um ser humanoide com aproximadamente 2,90 metros de altura. Corpo robusto de pele de um tom amarelo-pálido. Olhos e narizes pequenos e boca enorme cheio de presas amareladas e na testa havia dois pequenos chifres.

Naquela batalha aldeias e alguns edifícios da parte oeste do Vilarejo havia sido incendiados, e por toda parte centenas de cadáveres, desmembrados e um fedor nauseabundo qual estava acostumado em sua vida passada: o aroma de um campo de guerra.

Pela primeira vez desde que reencarnou naquele mundo, conheceu os horrores de um mundo habitado por monstros. Depois, ao conversar com sua mãe e os soldados de Ainny, descobriu que ataques goblinoides à vilarejos era uma ocorrência comum em qualquer lugar daquele mundo.

Imerso em pensamentos, logo deixaram para trás os últimos pomares e chegaram ao topo de uma alta colina próximo de um rio que corria por entre os vales.

O topo da colina era coberto por vegetação e grandes blocos de rocha espalhados por toda lado – resto da parede desmoronada de uma torre antiga. Com um movimento ágil, subiu sobre um dos blocos de rocha e contemplou o horizonte traçado por uma enevoada e branco-azulado cadeia de montanhas que se erguiam sobre uma bosque negro.

Atrás de Adam era possível ter uma visão panorâmica das terras de Ainny.

―Então essa é a surpresa…― murmurou, olhando para a margem oposto do rio que cortava os vales. Aonde havia uma criatura que parecia a mistura de um lagarto, um pássaro e um morcego. Sua pernas e crista eram de um galo e sua cauda era como de uma cobra. ―Uma Cocatriz?

Evelly meneou positivamente e com um sorriso nos lábios, perguntou:

―O que você achou?

―Se está tentando me matar, melhor ser mais discreta ―respondeu com um sorriso frio. ― Um único arranhão de uma bicada desse monstro é o suficiente para petrificar uma pessoa.

―Olhe bem para essa Cocatriz, notou algo errado?

Adam analisou o monstro com aproximadamente 1,40 centímetros de altura e 3 metros de comprimento. Era um filhote. A primeira vista parecia que estava apenas descansando na margem do rio, mas com um olhar mais atento notaria a asa direita da criatura estava quebrado. E, com seus olhos espirituais, podia ver que a energia vital da criatura estava muito fraca.

Levou a mão até o queixo enquanto falava:

―Pensando melhor agora, uma Cocatriz é um monstro de energia Yin e vive em bosques fechados. Um monstro noturno que ataca apenas durante a noite quando a energia Yin é mais forte….Entendo….Ele deve estar bem enfraquecido recebendo toda essa energia Yang….

―Eu não sei o que aconteceu ― disse ela interrompendo-o. ―Mas por sua asa quebrada e as feridas em seu corpo, acredito que ele perdeu uma disputa territorial com outro monstro. De todo modo, é uma ótima chance para você testar suas habilidade contra um monstro de alto nível.

―….Mesmo enfraquecido, enfrentar um basilisco é muito perigoso.

―Você não deseja se tornar o cultivador mais forte do Império? Se jogando em uma luta com sua vida em risco é o melhor método de treino. Talvez o ajude a superar seu atual gargalo no cultivo.

―Gargalo no cultivo?

Evelly revirou os olhos.

―Pensei que o jovem mestre fosse um gênio que nasce apenas uma vez a cada geração, mas é apenas um idiota! A senhora sua mãe provavelmente lhe contou que pela quantidade de energia da natureza absorvida, já era para você ter aberto um portão, certo?

Adam meneou positivamente.

―Você sabe o que é necessário para abrir um portão?

―Reunir energia da natureza o suficiente?

―Sim, mas realmente acredita que é tão simples assim?

Adam sabia que não era tão fácil. Sua mãe havia mencionado que era raro encontrar pessoas no império que conseguiram abrir um portão, e mais raros ainda aqueles que conseguiram abrir mais de um portão.

―Não entendo porque a senhora Amalia o mantém na ignorância em relação ao caminho do cultivo. Nem pretendo saber, mas vou lhe contar o melhor método para abrir um portão: forçar corpo e mente em seu limite.

―Resumindo passar por situação extrema, uma situação em que minha vida está corre risco.

―Existe inúmeros métodos, mas esse é o mais fácil ―Evelly fez uma pausa olhando para o céu com poucas nuvens. ― E também o mais mortal.

Adam encarou o monstros e seus olhos brilharam com determinação.

 

 

> V <

 

 

Evelly retirou uma flecha de penas de ganso da aljava, infundiu a flecha com energia da natureza. Esticou a corda do arco até seu rosto e mirou em um corte sangrento no corpo da Cocatriz.

―Vou te dar cobertura, ataque a vontade.

Adam assentiu e desembainhou sua espada curta. Sua empunhadura era firme e a guarda de mão tinha a forma de uma concha. A lâmina era prateada, com um leve brilho azulado, pontiaguda – uma lâmina perfeita para golpes de perfuração.

No sulco da lâmina havia uma meia lua rodeado por doze estrelas seguido pelo nome da espada em runas antigas: Cuspe de Vento.

Olhou para o monstro e respirou fundo, esfriando sua mente e expandindo seus sentidos. Reunindo energia da natureza em suas pernas, utilizou a técnica marcial Movimento em Alta Velocidade, aumentando explosivamente sua velocidade.

Em um piscar de olhos Adam surgiu diante do monstro, descrevendo uma estocada. Impulsionado pela explosão de velocidade, junto com sua força natural. A lâmina da espada perfurou o ar, fazendo o vento assobiar.

O braço de Adam estremeceu com o impacto do golpe, e a resistência da lâmina perfurando a pele da Cocatriz, rasgando a carne e músculos, atingindo até o osso, espirrando sangue para todo lado.

Nesse momento um sorriso torto de ponta a ponta surgiu no rosto frio de Adam. Seu sangue estava fervendo em suas veias e a energia da natureza circulando por seu corpo elevou seu ânimo, fluindo com ferocidade, colocando ele em um estado de euforia.

O monstro jogou a cabeça para trás soltando um grito estridente de dor. Apesar de estar consideravelmente enfraquecido, seus movimentos eram ágeis e continham uma poderosa força. Se moveu para o lado, jogando seu corpo contra Adam numa tentativa de lança-lo para longe com o impacto.

Adam desviou, correndo ao redor do monstro, perfurando seu corpo com golpes perfurantes, rápidos e precisos, criando inúmeras feridas sangrentas.

Evelly olhava a cena com uma calma adquirida ao longo de várias caçadas, disparando uma flecha após a outra, preenchendo o corpo da Cocatriz de flechas.

Esse garoto é um verdadeiro monstro, pensou ela vendo o pequeno Adam dançando como o vento ao redor da criatura monstruosa desferindo feixes prateados perfurantes com a cuspe de vento. Mesmo um mestre espadachim experiente teria dificuldade em perfurar a pele de uma Cocatriz…..Mas graças a sua força anormal, velocidade, esgrima, e a lâmina afiada da cuspe de vento, pode perfurar facilmente a pele resistente da Cocatriz…… Alias, de onde ele tirou esse nome ridículo para uma espada?

A cada minuto que se passava, sob os incessantes ataque combinado de Adam e Evelly, o ataque do monstro se tornou cada vez mais frenéticos.

A criatura começou a cambalear, sangrando, mal podendo manter-se em pé. Quando parecia estar prestes a tombar no chão, fincou suas garras na terra e o monstro começou a sugar todo ar ao redor, criando uma forte força de sucção, estufando o peito.

Vendo aquela cena o coração de Evelly apertou.

―Adam! Corra!

Adam cessou o ataque, mas não correu. Ficou lá parado como estivesse vendo um bom show.

No mesmo instante o basilisco soltou um sopro de nevoa cinzenta, petrificando tudo em seu caminho: a grama; arbustos; até mesmo parte da água do rio e os pexes próximo da superfície.

Com a mão livre, formou selos de mão utilizando a técnica de liberação do vento: barreira de vento. Adam moveu a mão livre, liberando uma onda de ar comprimido, criando uma muralha de vento impedindo a névoa cinzenta petrificante seguir em frente.

―….Interessante….Esse monstro tem afinidade com elemento terra e vento…― disse ele analisando com seus olhos espirituais o sopro petrificante da Cocatriz. ―Essa névoa cinzenta é equivalente a uma técnica de transformação elemental da terra avançada, que consiste em infectar a energia da natureza do alvo com a energia elemental terra do usuário, transformando cada molecular do corpo em pedra….Mesmo conceito de uma infecção por vírus…..

―Pare de ficar bancando o sabichão e acabe logo com a porcaria desse monstro!― gritou Evelly irritada.

Adam suspirou em resignação.

Desejava estudar mais o monstro, mas sabia que não era uma decisão sábia. Assim que a névoa petrificante dissipou, ele avançou para cima do monstro. A Cocatriz soltou um guincho estridente e contra atacou com um golpe de sua cauda serpentina, como um chicote impiedoso.

Sem hesitar continuou em frente e pulou, com uma pirueta espetacular, pousando nas costas da Cocatriz. Adam se agarrou firme na crista de penas da criatura para não ser jogado para fora pelos movimentos bruscos do monstro. E com a cuspe de vento, esfaqueou o pescoço da criatura sem parar, espirrando sangue para todo lado.

Evelly aproximou-se e continuou atirando na cabeça da criatura, até ele tombar sem vida no chão.

―Foi mais fácil do que imaginava ―disse Adam sacudindo a cuspe de vento, limpando o sangue da lâmina. ―Não foi uma grande coisa, apesar de estar ferido.

―Eu me pergunto se não é você o verdadeiro monstro aqui…―resmungou Evelly.

Ela se acachou diante a cabeça da Cocatriz e abriu sua boca. Retirou uma faca de caça do cano alto da bota. Primeiro, com muito cuidado, cortou a língua do monstro – a língua tem muitas utilidades, principalmente para criação de poções alquímicas -, e guardou em um saco.

Depois abriu o peito com a faca de caça, colocando a mão dentro e procurando por algo.

―Me sinto mal, deixando você fazer todo trabalho duro ―disse Adam, observando a jovem de cabelo loiro trabalhar. ―Preciso aprender logo a habilidade de esfolamento

―Jovem mestre, você é habilidoso em muitas áreas, mas esfolamento com certeza não é uma delas. Naquele dia que tentou retirar a pele de um lobo, fez um verdadeiro estrago. Parecia a obra de um açougueiro!

Adam riu.

De repente a expressão de Evelly iluminou e puxou um pequeno cristal esférico parecido com quartzo negro, levemente coberto por um brilho marrom.

―Ah, tivemos muita boa sorte, jovem mestre! Uma essência demoníaca!

Adam arregalou os olhos ao ver a essência demoníaca.

Monstros nasciam da mutação de animais que habitam áreas ricas em energia elemental. Assim como os cultivadores, monstros podem absorver a energia da natureza e ficar mais forte até o ponto de evoluir. Esses monstros que absorvem grande quantidade de energia da natureza acabam criando um segundo coração chamado de essência demoníaca.

A essência demoníaca é utilizado na criação e alimentação de armas mágicas. Principalmente como um bem precioso de cultivo, temperando o corpo físico do cultivador e aumentando sua energia vital.

Além da essência demoníaca, alguns monstros possuem essências espirituais – contendo a força espiritual do monstro que serve para fortalecer a aura e alma do cultivador.

Quanto mais forte for o monstro, maior será a chances de ter uma essência em seus corpos.

Os dois vinham caçando monstros ao redor do vilarejo há quase um ano, mas era a primeira vez que conseguiram obter uma essência demoníaca.

O olhar de Evelly vagava entre a essência demoníaca e o corpo da Cocatriz.

Momentos depois ela falou:

―Por ser meu jovem mestre, vou deixar que fique com a essência demoníaca ― disse ela com um sorriso nos lábios. ―Nesse caso o corpo do basilisco é todo meu!

―Uma essência demoníaca vale no mínimo 10 à 50 moedas de ouro ―disse Adam pegando a essência demoníaca, desenhando um sorriso frio. ―Enquanto os materiais que pode ser adquirido do corpo da Cocatriz pode ser vendido no total até 100 moedas de ouro.

Em resposta Evelly desenhou um sorriso tímido.

Adam suspirou em resignação e deixou que a jovem ficasse com o corpo do basilisco – com exceção da cabeça qual ele levaria de volta para o castelo. Não tinha interesse no dinheiro que poderia ganhar com a venda de materiais, apenas nos méritos que ganharia quando a história se espalhar sobre seu combate contra uma Cocatriz.

Um passo de cada vez, pensou ele. Um passo de cada vez e logo estarei no topo da cadeia alimentar!

Horas depois Adam retornou com a cabeça da Cocatriz para o castelo.

Histórias sobre uma criança de dez anos derrotando uma Cocatriz espalhou-se rapidamente pelas terras do oeste do Império, chamando atenção de vários poderes.

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