Arauto Negro (Versão Alternativa): Capítulo 1

Magusgod: Aqui está a versão reescrita do primeiro capítulo da versão antiga de Arauto Negro – Essa versão irá seguir o rumo da versão antiga. Misturando alguns aspectos futurísticos e uma magia mais científica.

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O Legado da Casa Muggulis!

 

 

 

>>> I <<<

 

 

 

Domingo, 3 de Fevereiro de 4798. Localização: Cidade-Estado Lonadom, Mansão da Casa Muggulis.

 

 

 

Em um quarto ricamente mobiliado. Havia um jovem de 15 anos de idade, rosto de traços aristocráticos, emoldurado por cabelo prateado e belos olhos de uma intensa tonalidade de vermelho. Sua aparência exótica tinha todo um charme único. Vestia um elegante blazer azul-escuro, abotoaduras de prata com as iniciais “M” da casa nobre Muggulis.

 

Diante um espelho de moldura feita a partir de madeira nobre, decorado com padrões requintados. Olhava para a insígnia em seu blazer da Academia de Bruxos Hesperus.

 

Seu nome era Aur Muggulis, filho do atual chefe da Casa Nobre Muggulis, Rheinar Muggulis, Governante da Cidade-Estado nortenha, Lonadom.

 

E também alguém que nasceu com o talento da magia, chamado pelos povos do continente: Bruxo.

 

― Amanhã será meu primeiro dia de aula na Academia ― disse Aur, numa calma fingida. Era possível sentir um leve nervosismo em sua voz. ― Não posso envergonhar a Casa Muggulis, levo comigo o peso e responsabilidade de toda minha família. Vou mostrar a todos a força de um Muggulis!

 

Aur suspirou melancolicamente.

 

― Também preciso fazer amizades, mas duvido que será fácil com esses olhos amaldiçoados…..Oculi Nigri Herald…..Olhos do Arauto Negro….Uma linhagem sanguínea sobrenatural que se manifesta nos olhos e concede o poder visual de invocar medo no coração das pessoas. Desde meu antepassado, Rei Bruxo Nafhir Muggulis, Senhor das Tempestades, Portador do Cetro do Tormento, Pyndingum. Nenhuma geração posterior havia manifestado essa habilidade visual. É um grande poder, mas também é problemático por eu não ser capaz de controlar totalmente.

Para a Casa Muggulis, Aur que nasceu com a linhagem sanguínea sobrenatural dos olhos do arauto negro, era a promessa de uma nova era de prosperidade. Embora também poderia ser a ruína de sua família.

 

O ressurgimento dos olhos do arauto negro da Casa Muggulis pode ser visto como uma ameaça para as posições das grandes Casas Nobres do Reino Enoque.

 

― Contudo, somos seu precioso escudo de ferro contra os animais monstruosos vindos das montanhas. Por mais que vejam minha família como uma ameaça, quem gostaria de assumir a tarefa desagradável de governar uma cidade nortenha do Reino Enoque?

 

Aur balançou a cabeça negativamente.

 

Lonadom era uma grande Cidade-Estado localizado no extremo norte, entre várias cadeias de montanhas infestado de animais monstruosos das terras selvagens. Apesar de grande parte das Casas Nobres não gostarem dos Muggulis, sabiam que faziam seu trabalho muito bem, mantendo-os salvos dos perigos vindo das terras selvagens.

 

Desde que Aur se lembrava, Lonadom havia sido atacada inúmeras vezes, mas sempre eram detidos pelas muralhas de aço da cidade e por seus bravos soldados de sangue e ossos de ferro.

 

Por essa razão, apesar de sentir-se ameaçados, não faziam nenhum movimento contra a Casa Muggulis.

 

Aur andou até a cama e pegou um manto púrpura. Vestiu-o e prendeu o manto com o broche de prata no formado de um corvo. Antes de deixar o quarto foi mais uma vez até o espelho. Contemplou com orgulho o brasão da Casa Muggulis bordado no manto – um corvo de asas abertas sobre um campo vermelho.

 

― O corvo é visto como um sinal de um augúrio negativo. É assim desejamos que nossos inimigos vejam. Que o corvo da Casa Muggulis leve medo aos corações, um mal augúrio para todos que quiserem nos desafiar… ― murmurou ele, lembrando das palavras de seu avô. ―Vovô sempre fala essas frases dramáticas, sombrias, não é te estranhar que nossa casa não seja bem vista.

 

Deixou o quarto passando pelos corredores bem arrumados. Soldados e servos responsáveis pela mansão curvavam levemente suas cabeças por onde passava, fazendo uma reverência formal.

 

Após uma certa distância as servas falaram baixinho entre si:

 

― Muito assustador.

 

― Sei que o jovem mestre é uma pessoa gentil, mas, sempre que fico na sua presença sinto um arrepio nas costas, como se tivesse milhares de insetos rastejando por minha pele.

 

― Vocês não sabem de nada! Uma vez sem querer eu olhei diretamente em seus olhos! ― disse uma das empregadas mais antiga, estufando seu peito com orgulho de seu ato.

 

― Como foi? ― perguntaram ansiosas.

 

― Não sei descrever bem, foi apavorante, como se minha alma estivesse sendo violada…Foi rápido, por alguns segundos e depois perdi a consciência.

 

Apesar da distância, por causa de seus sentidos acima da capacidade humana normal, podia ouvir cada palavra como se estivesse ao lado das empregadas. Mas não se irritou, ao invés disso riu levemente.

 

Ele havia crescido ouvindo aquelas palavras. Por causa de seus olhos vivia isolado de todos, com exceção de sua própria família que era imune ao efeito da habilidade de seus olhos.

 

Pensando que finalmente deixaria a mansão para entrar na Academia de Bruxos Hesperus. Não pode deixar de sentir um tremor no coração. Sua maior preocupação seria interagir com outras pessoas, e, como reagiriam diante seus olhos. Mas também estava ansioso, para rever sua irmã mais velha na academia.

 

― Já faz três anos desde que Megan entrou na academia. Esse vai ser o quarto ano de curso de minha irmã. No próximo ano ela servirá oficialmente o exército e não voltarei a vê-la por um bom tempo.

 

Os filhos de um nobre que carregam talento para magia, ao atingir 15 anos de idade eram obrigados a entrar na Academia de Bruxos Hesperus. Não somente filhos dos nobres, mas também os cidadãos do reino que nascem com talento para magia. Lá receberiam um treinamento mágico, aprenderiam a controlar e desenvolver seus poderes, estudariam táticas de combate mágico e outros fatores para preparar cada aluno para o serviço militar – pelo reino está sempre em conflito com as nações ao redor, o alistamento militar era obrigatório.

 

Depois de completar 4 anos de curso na academia, serviriam oficialmente o exército Enoquiano, recebendo uma patente militar de acordo com suas notas e outros fatores.

 

Aur suspirou melancolicamente.

 

Desde que pudesse lembra-se, sua irmã mais velha, Megan, sempre esteve ao seu lado. Correndo por todos os lados e aprontado pela imensa mansão. Sempre lutando um contra o outro para ver quem era o mais forte. Fazendo coisas que crianças de sua idade fazem.

 

Apesar de andar lentamente logo chegou ao escritório de seu pai.

 

 

>>> II <<<

 

 

A porta era protegida por dois homens robustos equipados com uma armadura blindada com geradores de campo cinético e um fuzil de assalto padrão Slayer D-097 usados pelos soldados do norte. Seus rostos endurecidos eram emoldurado por cabelo curto negro, cortado estilo militar, seus olhos eram implacáveis como as terras geladas do norte.

 

Sem dúvidas nenhuma eram genuínos soldados, homens do norte, seus corações e corpos eram tão duros como o próprio aço.

 

― Milord!

 

Cumprimentaram e abriram a porta do escritório sem dizer palavras desnecessárias.

 

A sala do escritório da mansão era ampla e bem decorada. O assoalho de madeira nobre era coberto por um elegante tapete vindo das terras orientais. As laterais eram adornadas por estandes repletos de livros e no teto havia um requintado lustre de cristal fornecendo luz para todo ambiente.

 

Aur adentrou o escritório passando pelas estantes e poltronas, ficando de frente para a escrivaninha repleto de documentos, aonde um homem de corpo robusto vestindo trajes aristocráticos da nobreza Enoquiana, rosto de feições severas, analisava a pilha de documentos.

 

Ele era Rheinar Muggulis, Governante da Cidade-Estado nortenha, Lonadom.

 

― Pai, vou partir em breve.

 

― Filho ― disse Rheinar com uma voz profunda, movendo os lábios em um sorriso. ― Hoje é o dia em que você deixará a mansão e amanhã entrará na academia. Estou um pouco relutante em deixa-lo ir, mas não há nada que posso fazer ― suspirou melancolicamente. ― Se você estiver sendo intimidado na academia, me avise, por que vou esfolar a pele do desgraçado e deixar pendurado nos portões da academia como um aviso!

 

Aur suspirou, olhando para aquele homem de aparência severa o tratando-o como uma criança. Seu avô, assim como seu pai, eram super-protetores – apesar de que a maioria dos perigos que passou durante seus 15 anos de vida foi causado por eles.

 

― Não precisa se preocupar papai. Eu sou um Muggulis, como poderei me deixar ser intimidado? ― disse ele, sério. ― Não envergonharei o nome de nossa casa!

 

Rheinar soltou um grunhido de aprovação é jogou um bracelete feito de um material flexível adornado com pequenos pontos brilhantes. Ele pegou o bracelete no ar. No mesmo instante que colocou o bracelete em seu braço direito, linhas intercruzadas como um circuito eletrônico surgiu no bracelete.

 

Sob o bracelete surgiu uma pequena tela bidimensional listando itens do inventário.

 

― Um dispositivo de armazenamento espacial?! ― exclamou Aur, arregalando seus olhos surpreso.

 

― Sim! ― afirmou Rheinar com uma expressão satisfeita. ― Como você deve saber, esses dispositivos são raros, encontrados apenas nas áreas proibidas da civilização dos antigos.

 

― Pai….Esse dispositivo….Pode ser que foi encontrado nas ruínas localizado no setor M-7?

 

Rheinar meneou a cabeça positivamente.

 

Aur não pode deixar de sentir preocupação em seu coração. Séculos atrás sua família encontrou um grande complexo de instalações da civilização dos antigos – Um segredo bem guardado que apenas os membros principais da família sabiam.

 

Por que uma vez que o segredo fosse exposto, toda Casa Muggulis sofreria uma calamidade.

 

― Nosso antepassado, aquele que veio a ser conhecido como rei bruxo, Nafhir Muggulis, encontrou por acidente as ruínas localizado no setor M-7. Lá ele adquiriu boa fortuna e aprendeu os princípios da magia negra ― disse Rheinar, revelando o segredo por trás dos poderes de seu antepassado. ― Você deve estar se perguntado por que estou te revelando esses segredos, certo? A principal razão é por que você é o próximo sucessor da casa Muggulis. Assim como você, seu avô me contou os mesmo segredos quando chegou o momento de entrar na academia. Pode se dizer que é uma tradição de família.

 

Seu pai ficou em silêncio, pensativo, com seus dedos tamborilando contra superfície da escrivaninha.

 

― Essa não é a única razão, certo?

 

― Sim, filho. Há outra razão também para seguimos essa tradição ― disse ele, adotando uma expressão séria. ― Naquelas ruínas, nosso antepassado encontrou dois livros que veio a ser a base de toda magia de nossa família.

 

Ele se levantou e andou até uma das estantes, puxou um dos livros. Ouve um barulho de engrenagens, então a estande deslizou para o lado, revelando um cofre de metal negro. Rheinar digitou uma série de códigos, destrancando o cofre, tirando dele dois livros.

 

Rheinar colocou os dois livros sobre a escrivaninha e voltou a sentar-se, descansando suas costas no encosto da cadeira.

 

― O livro de capa negra com o emblema da lua eclipsada é o Tomo das Revelações. Esse Tomo é a base de toda nossa magia negra. Nosso antepassado foi o único a chegar até o nível mestre. Infelizmente, por não possuímos os olhos especiais do antepassado, não somos aptos para praticar os feitiços do nível avançado acima.

 

Aur pegou o tomo das revelações, lendo as primeiras páginas que parecia ser feito de uma espécie de papel-cristal raro. As palavras na página de papel-cristal se moviam magicamente e flutuava no ar, entrando em seus olhos, inundando sua mente com informações.

 

― Entendo esse conhecimento e a base da magia negra, mas o conteúdo do tomo é mais detalhado…

 

Em um estado de transe, Aur folheou as páginas do tomo, reforçando seu conhecimento sobre o básico da magia negra que aprendeu durante a infância.

 

― Depois de várias gerações, você é o primeiro que poderá praticar todos feitiços do tomo das revelações. Por essa razão eu e seu avô decidimos permitir que leve o tomo consigo!

 

― Obrigado, pai! ― disse ele com um sorriso alegre, guardando o Tomo das Revelações no bracelete de armazenamento.

 

Depois seus olhos pousaram no livro de capa azul-escuro com o emblema de três círculos interligado formando um redemoinho dentro de nove camadas de círculos.

 

― Esse é o Tomo dos Mistérios, Atheon. Nele reside o conhecimento sobre entidades metafísicas de vários planos de existência e outros conhecimentos proibidos. Há muitos mistérios que envolvem esse livro e conhecimentos ocultos. Talvez, com seus olhos especiais, seja capaz de decifrar alguns desses mistérios.

 

Aur floreou o tomo vendo uma lista de imagens e informações de entidades metafísicas. Havias vários métodos de invocação, dos mais simples que precisavam apenas do encantamento, até os mais complicados que exigiam rituais especiais, desenhos de círculos mágicos complexos, posicionamento das estrelas e outros detalhes necessários para invocação.

 

Na parte dos conhecimentos proibidos, havia fórmulas e outros conceitos incompreensíveis. Tudo escrito no idioma do povo antigo. Sabia que se tentasse decifrar aquelas informações precisaria de um longo tempo estudando aquelas páginas.

 

Aur guardou o tomo em seu dispositivo de armazenamento.

 

Apesar de manter uma expressão calma, seu coração estava batendo de excitação. Aqueles tomos eram uma fonte inestimável de conhecimento e poder. Se as palavras de seu pai estivessem corretas, por ele ter os olhos do arauto negro, poderia praticar magias nível avançado acima!

 

― Arrisco dizer que você e o vovô desejam que eu cumpra algum objetivo na academia? ― perguntou Aur.

 

Apesar de seu pai e avô serem pessoas amáveis com ele. Sabia que eram homens decisivos, movidos pela lógica, pelo bem maior da família. Eles não deixariam o tesouro da família em suas mãos sem uma boa razão.

 

― Sim ― afirmou ele. ―Somos uma família situada em uma região perigosa, e como se não fosse o suficiente, temos muitos inimigos no Reino Enoque. Lutamos para sobreviver e proteger os cidadãos de Lonadom das ameaças da terra selvagem, ao mesmo tempo em que travamos uma guerra silenciosa contra as outras casas. Só não fomos expurgados até agora, por que temos utilidade como seus escudos contra as ameaças das terras selvagens. Mas, até quando eles vão tolerar nossa família?

 

Rheinar soltou um longo suspiro. Deixou a cadeira e caminhou até a varanda do escritório. Aur o seguiu, ficando ao lado de seu pai, contemplando o mar de prédios altos e as ruas movimentadas de pessoas e veículos, protegidos pelas altas muralhas de concreto e aço que cercava toda cidade-estado Lonadom.

 

― O que fizemos para merecer todo esse ódio?

 

Seu pai soltou um riso baixo.

 

― Não é ódio filho. É medo ― corrigiu seu pai. ― Não fizemos nada para merecer toda essa hostilidade. Mas, nosso antepassado aterrorizou o Reino Enoque no passado, quando Lonadom ainda não fazia parte do reino. Nosso antepassado é como o bicho-papão contado nas histórias de terror. E, eles temem que esse bicho-papão ressurja mais uma vez em nossa família.

 

Aur assentiu perdido em pensamento, contemplando as cordilheiras de montanha que cercavam Lonadom e seus altos picos escondidos pelas nuvens.

 

― É uma questão de tempo até eles resolver lidar com nossa família. Mas, somos os bruxos do norte, descendente de um rei bruxo! Como podemos apenas ficar sentados e esperar a tragédia nos alcançar? ― disse seu pai com orgulho. ― As explorações nas ruínas no setor M-7 nos rendeu tecnologia que acelerou nossos projetos de armas, temos agora poder suficiente para enfrentar as grandes casas nobres. Chegando o momento certo, vamos revelar nossas presas para esses bastardos! É declarar independência!

 

Aur sentiu seu coração pulsar de excitação, mas ao mesmo tempo estava preocupado. As palavras ditas por seu pai eram perigosas. Mesmo que tivessem poder suficiente para enfrentar as grandes casas nobres, como iriam lidar com a Casa Real de Enoque?

 

A razão por eles estarem no poder com firmeza, mesmo após séculos da fundação do Reino, era por causa de sua incomparável força. Por que eles também tinham a pose de ruínas da civilização do povo antigo.

 

― Pai….Confio em seu julgamento, mas como poderemos igualar nossa força com a Casa Real?

 

― Há formas de lidar com eles ― respondeu seu pai, misteriosamente. ―Mas por hora é melhor você não saber.

 

Aur assentiu, enquanto o encarava, esperando que ele revelasse qual era o plano que ele teria que cumprir.

 

Então seu pai finalmente revelou o plano que o envolvia.

 

― Bruxos podem forjar um pacto com uma entidade metafísica dos planos de existência superiores e invoca-los no plano físico como guardiões. Nos planos de existência superior há vários tipos de entidades metafísicas. Você deve estar ciente da dificuldade de forjar um pacto com entidades metafísicas de alto nível.

 

― Sim, pai ― concordou Aur. ―Nem todas entidades metafísicas estão dispostos a forjar pactos. Quando maior for o nível de uma entidade, mais difícil será forjar um pacto…. ― de repente ele ficou em silêncio, então seus olhos brilharam quando chegou a um entendimento. ― O Tomo dos Mistérios tem um método de facilitar o pacto?

 

― Sim, mas, para conseguir forjar um pacto com uma entidade metafísica superior é necessário que tenha acesso a uma relíquia tecnológica antiga, conhecido como Astral-Regnum. Atualmente há apenas um lugar que é possível encontrar um anel astral.

 

― Academia de Bruxos Hesperus! ― concluiu Aur, começando a ver o que seu pai desejava.

 

― Correto! Devido ao alto consumo de energia e recursos que a relíquia exige. Pouco tem a oportunidade de forjar um pacto através do Astral-Regnum. Eu e seu avô não tivemos essa oportunidade. Mas com seu talento não duvidamos que você será escolhido eventualmente para usar a relíquia antiga ― de repente seus olhos brilharam com luz afiada e com palavras cheio de autoridade ele falou: ― Forje um pacto com um ser poderoso e fique mais forte! Forte suficiente para suportar a futura tempestade que irá abalar o Reino! Essa é sua missão!

 

― Em nome da honra da Casa Muggulis, juro que forjarei o pacto com um ser poderoso e me tornarei forte o suficiente para não desonrar nossa família! ― jurou ele com seriedade, mostrando uma determinação férrea em seus olhos.

 

Mal poderia ele imaginar que Aur seguiria essas palavras ao pé da letra.

 

― Acredito em você filho ― Rheinar olhou para o relógio em seu pulso e falou: ― Nosso tempo acabou, melhor você apressar, caso contrário perderá seus transporte para academia! Boa sorte, filho!

 

Aur assentiu e deixou a mansão escoltado por soldados. No porto aéreo da Cidade-Estado Londadom embarcou na aeronave militar classe Fragata – Arca New Paladin –, voando em direção ao mar ocidental, onde está localizado a Academia de Bruxos Hesperus.

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Magusgod: Essa é a versão reescrita da versão antiga. O que acharam?

Se quiserem fazer uma comparação, vou deixar o link da primeira versão de Arauto Negro.

https://magusgod.wordpress.com/2015/11/04/1-capitulo-aur-muggul/

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3 comentários em “Arauto Negro (Versão Alternativa): Capítulo 1

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