Histórias de um cavaleiro: Capítulo 11.1

Magusgod: esse é o primeiro capítulo picante de Histórias de um Cavaleiro.

Esse será o último capítulo do dia.

Aviso de conteúdo

Esse capítulo contém cenas de sexo.
Você foi avisado.

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Quase Lá…..

 

 

Sentada na beirada da cama, o olhar de Evelly vagava pelo quarto da cabana.

O lugar especial de Adam era uma cabana localizada no topo de uma elevação rochosa, dentro de um bosque de pinheiros, próximo do Grande Lago Ginnun.

― Sinta-se a vontade ― disse Adam fechando a porta da cabana. Ele tirou seu manto e andou até a lareira, alimentando o fogo com um pedaço de lenha. ― Não sabia da existência dessa cabana, certo?

― Eu não sabia ― admitiu Evelly, retirando suas botas e depois o manto de pele. Ela deixou a cama, seus pés desnudo afundava na pele de animal que forrava o assoalho de madeira, andou até Adam e sentou de frente a lareira. ― Então esse é seu “lugar especial”?

― Agora é nosso lugar especial ― corrigiu Adam num tom afável. ― Era uma cabana abandonada. Seu dono anterior estava procurando por um comprador no vilarejo. Por acaso ouvi sobre a cabana e acabei comprando-a um ano atrás….Depois de uma reforma, se tornou um local confortável para passar uns dias fora.

― Temo que no verão, transformarei essa cabana em minha casa ― brincou ela, esticando os braços para frente, sentindo as chamas da lareira aquecer suas mãos gélidas.

Adam riu e permaneceu em silêncio, observando o bruxulear das chamas.

Por que estou tão nervosa? Perguntou-se Evelly mentalmente.

Por fora ela parecia tranquila e calma, mas por dentro seu coração batia freneticamente. Embora estivesse decidida em ser Elskerinde de Adam, estava tão nervosa que seu corpo estava tenso.

― Não precisa ficar tão nervosa ― disse Adam, tocando o rosto de Evelly com a ponta de seus dedos. ― Relaxe e feche seus olhos ― seus dedos roçaram os lábios dela, pescoço, parando sobre seu peito. Através da palma de sua mão, ele podia sentir os batimentos cardíacos frenético de Evelly. Embora ela seja mais velha, não tem experiência com o sexo oposto….Preciso faze-la relaxar, caso contrário sua primeira experiência não será nada agradável…. ― Relaxe ― voltou a repetir. ― Não pense. Foque apenas na sensação de meu toque.

Evelly tentou relaxar, mas ela ainda estava muito tensa. Muitos pensamentos e preocupações assolava sua mente. Então de maneira repentina, recebeu um ataque surpresa de Adam – ele beijou sua nuca.

Ao sentir os lábios de Adam beijando sua nuca, seguido por uma leve mordida, um choque elétrico arrepiante percorreu todo seu corpo. Suas pernas se tornaram moles, toda força deixou seu corpo.

Ela já não estava mais tão tensa.

― Você é mais sensível do que eu imaginava ― disse ele, visivelmente surpreso. ― Não que eu não goste. Será interessante ver suas reações hehehe.

Antes que pudesse dizer alguma coisa, suas orelhas pontudas havia sido mordida gentilmente por ele.

Evelly deixou um gemido involuntário escapar de seus lábios.

― Ah! N-não morda….. ― Evelly protestou, contorcendo seu corpo.

― Estou deixando minha marca.

―…Adam… ― sussurrou ela com uma voz fraca, seus olhos estavam úmidos. ― …Pervertido.

― Me perdoe ― disse Adam inclinando-se sobre o corpo de Evelly, pressionando seu corpo contra o chão. ― Quando estou ao seu lado perco o controle facilmente. Se quer culpa alguém, culpe a si mesma por ter nascido com esse corpo tentador.

Ela instintivamente lutou contra as caricias de Adam, mas, logo cedeu ao doce sentimento de ser beijada. Dele chupando seus lábios, entrelaçando sua língua com a dela, sugando todo seu ar.

Quando seus lábios se separaram, ambos estavam ofegantes, olhos embaçados de desejo. Ele viu nos olhos verde pálido dela um brilho de júbilo, prazer. Ela viu nos olhos dourado dele as chamas de um sol ardente, apaixonante, parecendo que queimaria sua alma.

― Venha ― disse ele ao levantar, estendo a mão para Evelly. Ainda hipnotizada pelo beijo, pegou a mão de Adam sem pensar, deixando-o a guiar até a cama. ― Permita me ajudara a retirar esse corsolete. Não fique ai parada me olhando com uma cara estúpida! Fique de costas para que possa tirar sua roupa!

Os dedos ágeis de Adam desfizeram com destreza os cordões na parte de trás do corsolete. Levou um breve tempo para tirar o corsolete, seguido pela túnica de lã qual usava por baixo, deixando sua parte superior desnuda.

Adam respirou fundo quando os dois grandes montes, brancos pálidos, foram revelados. Não era a primeira vez que ele havia visto os seios nus de Evelly, mas não podia evitar de sempre se  surpreender ao ver aquele belos montes de mamilos rosados.

É o par de seios mais belos que eu já vi em toda minha vida, pensou ele deliciando-se com aquela visão. Em contraste de seus braços e pernas bronzeadas, sua pele aonde e coberta pelas roubas são pálida. Esse contraste tem seu próprio charme!

Sob o olhar intenso de Adam, embaraçada, escondeu seus dois montes com os braços.

― Sabe não é a primeira vez que eu os vejo ― disse Adam após voltar a si. ―….Nem será a primeira vez que eu os toco. Não precisa ser tímida.

―….Como consegue falar de um modo tão sem vergonha? ― murmurou ela, todo rosto corado. ― Quando você fala tão descaradamente, como posso não me sentir envergonhada!

Em resposta Adam soltou um riso baixo e abraçou ela por trás. Ele beijou novamente a nuca de Evelly e suas mãos moveram-se até os dois montes. Por um momento ela resistiu, protegendo seus seios com os braços, mas, sob os beijos de Adam, permitiu ele apalpar seus seios.

― Adam… ― sussurrava ela docemente entre os gemidos. ― Me toque mais…Com mais intensidade…

É, como um bom cavaleiro, foi o que ele fez.

Adam parou de apalpar gentilmente os seios de Evelly, afundando seus dedos com força provocando um gemido alto da garota. Moveu seus dedos para os mamilos rosados, puxando e torcendo dolorosamente.

― Ahhh!!! ― gemido de Evelley era alto e estritente, reverberando por toda cabana.

Por um momento ficou preocupado, perguntando para si mesmo se não não havia usado força demais. Mas, ao ver ela ofegando, com aquela expressão de regozijo indisfarçável, sentiu-se um idiota por ter se preocupado.

Naquele momento Adam chegou à uma conclusão sobre Evelly: ela tinha uma tendencia para o masoquismo.

― Uma ótima voz você fez agora ― disse ele com malicia. Enquanto brincava com o seio direito dela, moveu sua mão esquerda para baixo, passando por seu abdômen macio e firme ao mesmo tempo, por dentro da calça, seus dedos tocaram a parte intima, fazendo ela estremecer de prazer. Ele colocou um dedo dentro dela, sentindo uma sensação viscosa, quente é úmida. ― Hum…Você está tão molhada….Hehehe.

― Ah! mmm…..Não fale desse jeito…Seu Perveee….Aahhh! ― protestou Evelly entre os gemidos.

Ela fechou seus olhos firmemente, contorcendo seu corpo nos braços de Adam, imergindo naquela sensação de prazer. Conforme o dedo de Adam entrava e saia de sua vagina, seus gemido tornava-se cada vez mais alto e intenso.

Empolgado pela sensação quente é úmida dentro da vagina de Evelly, moveu seu dedo com mais intensidade, produzindo um som molhado obsceno. Sentindo ondas de calor por seu corpo, ela chegou ao seu clímax e soltou um gemido estridente, arqueando seu corpo para trás.

Seu corpo desabou sobre Adam, perdendo toda sua força. Ela respirava pesadamente, seu corpo tremia levemente. Os dois montes, coberto de gotas de suor, subia para cima e para baixo de forma bem erótica.

― Ah….Ah, ah, ah.

Vendo o corpo de Evelly todo corado, engoliu sua própria saliva, achando aquela expressão derretida dela tão adorável, que chegava a ser de certa forma….Imoral.

― Adorável! ― exclamou Adam. Sua voz estava cheio de excitação. ― Eróticamente adorável.

Ele a deitou gentilmente na cama e fez o que sempre desejou fazer com os seios de Evelly: chupa-los.

Sempre que via os seios dela não podia evitar de pensar em como eles ficariam em sua boca.

Agora Adam sabia a resposta para essa questão vital.

Enquanto ele chupava o mamilo direito de Evelly, ela moveu suas belas pernas esbeltas ao redor da cintura de Adam, esfregando sua parte íntima contra o volume duro e quente que surgiu nas calças de Adam.

― Adam…Adam…Mmm… ― sussurrava ela docemente o nome de Adam, delirando de prazer. ― Adam….Rápido….Me faça sua mulher…. ―

Seus olhos estavam embaçados de desejo.

Se Adam ainda tivesse algum auto controle restante, havia sido completamente destruído com aquelas doces palavras. Ele começou a desabotoar seu gibão e quando estava preste a desfazer os cordões de sua calça, parou ao ouvir o som de badalar de sinos.

Adam ficou lá parado, contando o badalar dos sinos. Quando passou do quinto, sua expressão se tornou séria.

― Um ataque? ― se perguntou num tom mal humorado.

Ele vestiu-se rapidamente e deixou a cabana. Correu por entre os pinheiros e neve, descendendo o declive, seu olhar varreu os arredores do lago congelado. Embora estivesse à uma certa distância, por causa de sua visão reforçada, era capaz de ver vários metros de distância à frente com bastante clareza.

É o que viu o fez se tornar ansioso.

Uma das aldeias próxima estava sendo atacada, por homens a cavalo, fortemente armados, pilhando e ateando fogo nas choupanas.

Era um cenário desolador.

― O que está acontecendo? ― perguntou Evelly, surgindo atrás de Adam, pronta para batalha.

― Estamos sendo atacados ― respondeu secamente.

― Monstros?

― Não. Não são monstros ― um sorriso estranho surgiu em seu rosto. ― Estamos sendo atacados por humanos.

Evelly arregalou os olhos, pasma.

― Devemos retornar para o castelo! ― disse ela com urgência.

― Não vamos correr para o castelo ― disse Adam desembainhando cuspe de vento. ― Precisamos parar seu avanço antes que causem mais mortes. Esse é meu dever como senhor de Ainny!

Evelly balançou a cabeça, mas não saiu do lado de Adam.

Embora Adam não soubesse a razão pelo ataque, desconfiava que tinha algo a ver com a missão de sua mãe na capital imperial.

É o ataque que estavam recebendo agora deveria ser uma retaliação.

― Vamos mostrar a eles que não podem entrar em nossa terra e fazer o que bem entende ― Adam deu um passo em frente, chutando a terra, disparando em alta velocidade em direção a aldeia que está sendo atacada.

Bem atrás dele seguia Evelly, com arco e flecha na mão, pronta para disparar a qualquer momento.

Adam agora teria que lidar com sua primeira provação.

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