Arauto Negro (Versão Alternativa): Capítulo 4

Representante de Classe!(1 Parte)

 

 

 

>>>I<<<

 

 

Após o termino da cerimônia de boas vindas os calouros do 1º ano foram para suas respectivas salas. O edifício onde os calouros do primeiro ano estudaram está localizado na área leste da academia.

 

Ao lado de sua irmã, Aur encarava a placa com o emblema de uma coruja acima da porta da sala de aula.

 

De acordo com os testes realizados antes da ingressão na academia, cada aluno recebe uma nota e é direcionado para a melhor classe que encaixa com seus resultados e perfil.

 

A Classe Coruja era bem famosa por abrigar alunos especiais – especiais e problemáticos.

 

― Eu também fui jogada nessa classe ― disse Megan com um olhar nostálgico. ― Um dos critérios para fazer parte da classe coruja é obter uma alta pontuação nos testes de magia teórica. Mas o critério determinante é ter alguma capacidade especial, que o destaque dos outros pares. No entanto a classe coruja tem a infâmia de abrigar alunos problemáticos. De certo loucos em certo grau.

 

Aur não pode deixar de sorrir amargamente por ser taxado de problemático.

 

― Entre as vinte classes do 1º ano, classe coruja ocupada décima posição no ranking do 1º ano. É uma posição alta. Essa sala recebera aulas de um professor especializado, diferente das classes de posição inferior que receberam aulas de professores normais. Sei que para você não faz menor diferença, por ser um autodidata, mas para pessoas normais significa uma oportunidade de desenvolver suas magias.

 

Megan soltou um longo suspiro.

 

Desde pequeno seu irmão demonstrava uma inteligência demoníaca. Desde coisas simples como ler e escrever até as mais complexas como analise e leitura de sequências rúnicas, Aur aprendeu apenas observando com seus olhos vermelhos. Sem professores ou qualquer instrução.

 

Um talento que o destacava mesmo entre os gênios de sua idade.

 

― Já está quase na hora, vou deixa-lo por aqui. Mandarei mais tarde uma mensagem em seu TPDA assim que registrar seu bio-traje.

 

― Obrigado, Megan.

 

Depois de despedir de Megan, Aur entrou na sala de aula.

 

A sala de aula era bem espaçosa. As mesas acopladas com monitores de TPDA estavam alinhadas formando linhas horizontais. Cada linha horizontal tem seis mesas separadas em duplas. Nos monitores das meses havia o nome de cada aluno e uma numeração de inscrição.

 

Aur seguiu em frente, olhando para os monitores das mesas vagas até encontrar sua mesa designada – primeira fileira do lado da janela.

 

 

Assim que Aur estava prestes a sentar-se em sua mesa, notou olhares hostis voltados para ele. Olhando para a mesa vizinha descobriu a fonte do olhar hostil.

 

Os irmãos gêmeos Rana e Marcos da Casa Barduck.

 

― Oh se não é Aur Muggulis ― disse Rana Barduck num tom cortes, mas era possível notar certa irritação em sua voz. ― E pensar que eu acabaria como sua companheira de mesa! É revoltante ter que respirar o mesmo ar que você!

 

Aur lançou um longo olhar para garota sentada na mesa ao lado.

 

Rana Barduck era uma garota baixinha, magra, com grandes seios desproporcionais para sua idade. Pernas brancas e delgadas envoltas em meias pretas que se estendiam por baixo de uma saia justa que chamava de alguma forma a atenção. Seus cabelos dourados, como raios de luz de um dia de verão, caiam como cascadas de ouro em seus ombros e seus olhos azuis celestes eram duas lagoas cristalinas.

 

E o que pode ser chamado de “beleza nobre”.

 

Aur não pode deixar de comparar a garotinha que brincava com ele no jardim da mansão com deslumbrante garota que estava diante seus olhos.

 

Ela realmente mudou muito nesses anos, pensou Aur. Ela costumava ser uma garotinha toda envergonhada que sempre fugia ao me ver. Mas, por seu tom de voz e postura ela deve ter aprendido a superar seu jeito tímido, ou pelo menos colocar uma máscara de mulher forte. Bem vamos ver até onde ela consegue manter essa posse!

 

Os lábios de Aur se curvaram em um sorriso travesso.

 

― É um prazer poder revê-la, Rana ― disse Aur, olhando de forma descarada para os seios dela. ― Vejo que você cresceu bem, pelo menos uma parte.

 

― Não posso dizer que o prazer é mútuo ― ela respondeu friamente. ― Por favor, não fale comigo como se fossemos íntimos…Para onde você acha que está olhando?! ­― seu rosto assumiu todos os tons de vermelho ao perceber o olhar malicio de Aur. Seus olhos se tornaram lagrimejantes ― Pare de encarar meus seios, pervertido!

 

Rana se abraçou, curvando-se para frente na tentativa de se esconder. Sua posse arrogante e fria estava longe de ser vista.

 

Isso foi mais rápido do que eu imaginava, pensou Aur surpreso. Pelo jeito, por dentro, Rana continua sendo a mesma garota de anos atrás.

 

Um grunhido de uma enorme figura sentado em uma mesa próxima soou por toda sala.

 

― Bastardo! Como ousa falar envergonha minha irmã em público dessa forma!

 

Diferente de Rana, seu irmão Marcos era alto, com quase 1,80 de altura, corpo robusto cheio de músculos. Tinha cabelo loiro curto e olhos azuis assim como todos Barduck – mas longe de ter um décimo da beleza de sua irmã.

 

Marcos estava mais para um ideal como “soldado” do que para bruxo.

 

Ele deixou sua mesa na segunda fileira e andou até a mesa de Aur e sua irmã.

 

Seu olhar estava cheio de hostilidade.

 

― Vejo que continua com a mesma tara por sua irmã, Marcos ― disse Aur, mantendo um sorriso travesso. ― Me pergunto por que toda essa hostilidade? Quando jovens brincávamos alegremente no jardim da mansão…Praticando magia juntos..

 

Aur sinceramente não entendia por que os dois irmãos o encaravam de forma tão hostil.

 

Ao ouvir as palavras de Aur, a tez dos irmãos se tornou pálida. Lembraram-se dos dias em que eram perseguidos pelo jovem de cabelos pratas e olhos vermelhos. Atingidos por todos os tipos de magias estranhas e assustadoras.

 

Ele deve estar zombando de nós, certo? Pensou Marcos. Sempre que o pai nos levava para a mansão dos Muggulis. Esse maldito nos chamava para brincar, mas sempre acabava com ele nos perseguindo e testando suas magias estranhas…Merda até hoje tenho pesadelos só te lembrar do passado!

 

― Não sei a razão por estarem irritados comigo ― disse Aur. ― Mas, espero que possamos nos dar bem como colegas de classe.

 

Rana bufou friamente.

 

― Hump! Não fale comigo!

 

― Não se aproxime ou fale com minha irmã! ― grunhiu Marcos, batendo fortemente na mesa com suas mãos.

 

Marcos encarava Aur com olhos semicerrados.

 

― Temo que não possa ouvir seu pedido ― disse Aur num tom calmo, mas de certa forma humorado. ― Embora seja uma união política, Rana e eu somos noivos. Então ficar longe dela é um pedido impossível.

 

Para provocar ainda mais Marcos, Aur virou para o lado e piscou para Rana.

 

― E-eeu sua noiva? ― ela gaguejou. ― Impossível…

 

― Você não sabia? Desde daquela época que brincávamos nos jardins já havia sido acertado esse casamento entre nossos pais. Sem mencionar que historicamente os Muggulis e Barduck sempre casam seus filhos. Hoje em dia é mais um gesto simbólico do que uma real necessidade de firmar aliança. Já que ambas as famílias vem casando seus filhos um com os outros há séculos. Somos todos parentes em certo grau.

 

Rana foi surpreendida por essas palavras e a cor deixou seu rosto.

 

―…N-não pode ser… ― disse Rana atônita.

 

Marcos era puro vermelho e várias veias surgiram em sua testa como se fossem estourar a qualquer hora. Com as duas mãos, ele golpeou a mesa com um *Bam* que ressoou por toda sala chamando atenção de outros alunos que os tinha ignorado até agora.

 

― Não vou permitir! A-antes que isso aconteça o matarei aqui! Seu bastardo! ― gritou Marcos pegando no colarinho do uniforme de Aur e o erguendo no alto.

 

― C-cara não da para você ser menos pavio curto? Pode ser que você realmente tenha uma tara por sua irmã?! ― Aur fingiu uma expressão chocada, mas logo em seguida, mudou para um sorriso de criança travessa: ― Desista, ela é minha futura mulher! Hahaha!

 

― E-eu não serei sua futura mulher! ― Rana protestou.

 

― Então será minha mulher agora? ― retrucou Aur num tom divertido.

 

Novamente. Rana ficou tão vermelha e começou a gaguejar dizendo: “Não é isso!”.

 

Marcos apertou ainda mais o colarinho do uniforme de Aur.

 

― Maldito Muggulis como ousa!

 

Quando a situação parecia ficar mais intensa, Aur preparava uma magia de antemão para usar se fosse necessário.

 

Mas a Professora entrou na sala com um olhar reprovador para os três.

 

― Todos os anos é a mesma coisa na classe coruja…. ― murmurou a Professora, depois com uma voz mais alta e dura gritou: ― Sente-se em seus lugares! Agora!

 

Marcos soltou de forma relutante Aur e todos se sentaram em seus lugares.

 

 

>>>II<<<

 

 

― Sou Mika Nurian! A partir de agora sou a Professora da classe coruja! ― a Professora se apresentou, enquanto atrás dela no grande monitor surgia seu nome e outras informações.

 

A Professora Mika Nurian vestia uniforme militar preto, decorado com várias insígnias. Cabelos negros amarrado em um rabo de cavalo. Olhos negros como duas poças sem fundo. Ela exalava todo o ar de uma mulher no ápice dos trinta anos.

 

Seus lábios formavam um sorriso sério.

 

― A classe coruja reúne os 30 alunos com mais potencial entre todos os escritos da academia! Uma honra que os demais alunos os matariam para ter! ― disse a Professora em um tom alto e forte como estivesse falando para cadentes. ― A partir de agora, querendo ou não, estaremos juntos pelos próximos dois anos! Como um todo a classe enfrentara muitos desafios. Mas antes de tudo é necessário comunicação. Entender que são seus colegas de classe. Por ordem alfabética se apresentem!

 

Por causa da ordem de chamada Aur foi o primeiro a se apresentar.

 

― Prazer em conhecê-los! ― disse Aur de forma cortês. ― Sou Aur da Casa Muggulis! Tenho quinze anos de idade! Sou um praticante de variados encantamentos da Magia Negra.

 

Depois da apresentação simples de Aur, uma figura feminina se levantou.

 

Ela era uma garota alta – quase do tamanho de Marcos -, tinha cabelo preto, amarrado em um coque alto, olhos pequenos e puxados típicos do povo oriental. Garota de expressão séria e postura bem disciplinada.

 

― Prazer em conhecê-los honrados colegas de classe! ― ela juntou as mãos e curvou levemente para frente em um gesto formal. Suas palavras eram calmas e suaves como a brisa do vento. ― Sou Diana do Clã Yuful!  Tenho quinze anos de idade. Sou praticante d da Magia de Fortalecimento e Percepção Extrassensorial.

 

Depois da apresentação de Diana, foi a vez de uma pequena garota de cabelos rosados e olhos úmidos como os de um pequeno animal fofo.

 

― L-L-Lala da Casa Varriel, quinze anos de idade…..P-pratico Magia Elemental Relâmpago!!

 

Aur semicerrou os olhos ao ouvir o nome da Casa Varriel.

 

Apesar de toda insegurança de Lala, Aur podia sentir a profunda energia mágica emanando a partir dela, envolvendo seu corpo como raios ferozes.

 

Assim como a Casa Muggulis, a Casa Varriel era uma das grandes casas nobres do Reino. Eram famosos por ser uma casa de bruxos poderosos, praticantes de uma das mais fortes magias do reino.

 

Entre as grandes casas nobres, os Varriel eram os que os Muggulis mais destetam, para não dizer que odiavam nas profundezas de seus ossos. Devido a certos conflitos no passado, as duas casas tinham motivos de sobras para si odiarem.

 

Não esperava cair na mesma classe de uma Varriel, pensou Aur ironicamente. Tenho que ser cuidadoso ao seu lado. Uma Varriel é um Varriel independente da idade e sexo.

 

Enquanto divagava em seus pensamentos, as apresentações seguiam suavemente.

 

― Sou Marcos Barduck, quinze anos de idade. Praticante da Magia Elemental Água.

 

Depois de Marcos foi um garoto – ou garota – de cabelos claros, corpo esguio. Rosto de traços finos e requintados. Seus olhos eram de cor âmbar, felinos, exalando uma luz sobrenatural. Vendo suas orelhas pontudas logo deixou claro que se tratava de um Trans-humano.

 

― Sou Zafir do Clã Longdragun, quinze anos de idade. Sou praticante da Magia de Fortalecimento e Percepção Extrassensorial!

 

Envolta dele havia um ar meio feminino o que encantou algum garotos e garotas. Era meio duvidoso se era realmente um garoto ou uma garota vestida de garoto.

 

Em seguida um garoto de corpo esguio e humor taciturno se apresentou.

 

― Sou Orfus de Mu, assim como todos vocês tenho quinze anos de idade. Prático Magia Negral! ― Orfus tinha uma voz ríspida e nada agradável, assim como sua aparência.

 

Depois de Orfus Mu foi apresentação da angelical e peituda Rana que Aur por alguma razão sentia vontade de tocar aquelas duas protuberâncias opressoras.

 

― Sou Rana da Casa Barduck, também quinze anos de idade. Prático Magia Elemental Gelo.

 

Rana tentou esconder seus seios assim que notou o olhar de Aur, mas só serviu para destaca-los ainda mais.

 

Todos os olhares, garotos e garotas, da sala se focaram nela.

 

Ela voltou para seu lugar, rosto vermelho, sem qualquer arrogância. Simplesmente queria fugir da sala de aula.

 

Rana lançou um olhar irritado para Aur, culpando-o por toda situação.

 

Em resposta ele sorriu e piscou para ela. O que acabou causando a fúria de Marcos que assistia a cena desenrolar.

 

Após o termino das apresentações a Professora Mika conferiu a lista de alunos em seu terminal de dados.

 

Esse ano será complicado, pensou Mika franzindo a testa. Não pode esperar nada de bom juntando um Muggulis e Varriel no mesmo lugar. Além desses dois personagens há muitos indivíduos problemáticos. Que o Grande Pai tenha piedade de mim!

 

Ela poderia ver pela frente muitas tribulações.

 

― Como foi informado em seus terminais esse ano será instalado um novo sistema ― disse a Professora. ― O novo sistema visa a formação de duplas, visando cobrir as fraquezas um do outro, tornando mais eficaz combate contra monstros e outros bruxos. Viveram sob o mesmo teto. Comeram a mesma comida. Tudo para melhorar o relacionamento entre as duplas e por consequência aumentar a sintonia entre os pares.

 

Seu olhar varreu os alunos presentes.

 

― As duplas foram definidas através de compatibilidade e magias que praticam ― continuou ela com uma voz que não permitia reclamações. ― Grande parte dos pares são compostos por um bruxo especializado em ataques de longa distância e outro especializado em magias focadas em combate corpo a corpo. Não há escolha. Seus pares serão o mesmo independente de seus protestos!

 

Nos terminais de cada mesa surgiu a imagem e nome de seu par.

 

Vendo a imagem de sua parceira no terminal, Aur não estava muito surpreso.

 

Sua parceira designada era Rana Barduck.

 

― Parece que é o destino nos unindo ― brincou Aur.

 

Rana tinha uma expressão que estava preste a chorar. Olhava de forma incrédula seu parceiro designado. Ela queria levantar-se e protestar contra, mas sabia que seria um esforço sem sentido. Tudo que podia fazer era preparar seu coração para suportar tudo que estava preste para acontecer.

 

Embora eu não o reconheça, somos noivos, pensou Rana. Será que ele me atacara no meio da noite ou me forçara a fazer atos indecentes?

 

Mas sua preocupação maior era Marcos. Sabia do enorme carinho que ele tinha por ela. Seu temor era Marcos acabar fazendo alguma bobagem colocando toda Casa Barduck em risco.

 

Rana olhou preocupadamente para seu irmão. Assim como ela havia imaginado, Marcos era vermelho de raiva, tremendo nervosamente como estivesse pronto para explodir e pular sobre Aur.

 

― Por favor, irmão fique calmo ― disse Rana numa voz calma, cheia de carinho. ― Vou ficar bem ― acrescentou com um sorriso apaziguador: ― Sou forte. Não sou mais garotinha que necessitava de sua proteção. Acredito que apesar de suas palavras, ele não tentará nada contra mim. Sou uma Barduck e ele não tentará nada que possa quebrar a paz entre nossas casas.

 

Marcos franziu a testa inúmeras vezes antes de se acalmar. Por mais relutante que estivesse, sabia que sua irmã estava correta.

 

― Se você fizer algo que ferir sua honra, juro em nome da Casa Barduck que não haverá céus e terras que poderá o proteger de mim!

 

Aur pensou em continuar provocando o par de irmãos, mas resolveu desistir. Nunca era bom exagerar demais nas provocações. Isso poderia acabar criando uma inimizade irreversível entre eles.

 

― Brincadeiras a parte, não sou esse tipo de pessoa desprezível ― disse Aur, sério. ― Juro em nome da Casa Muggulis que não vou fazer nada que atente contra honra de sua irmã! Claro, se ela desejar por isso é outra história.

 

Marcos apenas bufou e cruzou os braços fazendo uma cara azeda.

 

Os outros alunos trocaram olhares e o clima de repente se tornou bem tenso entre os pares formados. Todos pares eram os alunos que estavam sentados ao lado. Os pares começar a conversar, conhecendo melhor seus parceiros.

 

Depois de um tempo de conversa Professora Mika pigarreou, chamando atenção dos alunos.

 

― Agora que conheceram um pouco de seus parceiros ― ela sorriu. ― É necessário eleger a dupla que vai ocupar o cargo de Representante e vice-representante de classe.

 

Diana Yuful ergueu a mão e perguntou:

 

― Como será eleito o representante de classe e quais são os benefícios do cargo?

 

― Em poucos minutos haverá um teste prático para os alunos do 1º ano. O teste irá avaliar o nível e potencia de seu ataque mágico. Quanto maior for a força do ataque, maior será a pontuação. O aluno com maior pontuação ganhará o cargo de representante de classe e seu parceiro ficará com o cargo de vice, independente da nota obtida.

 

A professora operou o monitor TPDA de sua mesa. Nos monitores das mesas surgiram imagens de um bio-traje de batalha mágico tipo Valkiria.

 

― Esse é o prêmio principal para aquele que se tornar Representante de Classe ― a imagem mudou para imagens de quarto mais espaçoso com cozinha e banheira e outros luxos. ― Diferente dos dormitórios padrões, Representante de Classe vivera em melhores acomodações.

 

Só com o fato de um Bio-Traje de Combate Mágico sendo recompensa, tornou os alunos frenéticos. Empolgados. Por que não saberiam quando voltariam ter a chance de obter seus próprios bio-trajes.

 

A instrutora bateu palmas tentando acalmar os alunos e começou a explicar:

 

― Vocês têm 30 minutos até o inicio dos testes! ― disse a Professora. ― Aconselho que calibrem seus dispositivos de auxilio de invocação e deixem preparados seus melhores encantamentos para invoca-lo no teste!

 

Cada aluno se concentrou na calibragem de seus dispositivos de auxilio de invocação, escolhendo encantamento que eram mais proficientes. Apesar de não ser dito pela professora, estavam ciente que o teste definiria quem seria o bruxo mais forte da classe – e os mais fracos.

 

Assim que acabou o tempo. Os alunos saíram da sala em duplas, seguindo a professora até o ginásio que seria usado para os testes.

 

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