GartenGüt (O Jardim Dos Deuses)!

XXXVIII – Ayuul: 2. Kafli (N.A: Perigo, capítulo 2)!

XXIV — Batalhas cruzadas (primeira parte)!

E ali, August rolava entre as brechas, procurando uma forma de contra-atacar aquele cujo, em frenesi, inflamava. Sua espada fazia arcos e sua mão atacava milhares de vezes naquele pelo, encharcando ambos com o mesmo sangue. Porém, os buracos, que surgiam naquele corpo, rapidamente fechavam, fazendo com que August refletisse:

gastar todo meu tempo batalhando dessa forma será desnecessário. Os ataques são previsíveis e consigo lutar a vontade. Desperdiçar golpes apenas me deixará cansado.

Do outro lado, os seres afiavam suas garras nos ossos dos Ghubada’Sár que surgiam, rodeando seus corpos em busca da carne. Sorokherim, Mesorim e Metvina, porém, estavam dispersos enfrentando as exceções que surgiam, auxiliando os seres fora do cerco. Setas flamejantes voavam, incendiando os céus, onde a batalha iniciava. O filhote delirava.

August continuava em sua batalha, motivado por sua estratégia, desviando de golpe atrás de golpes – cobiçando o pescoço da enorme fera. E foi, enquanto braços iam em sua direção, espetando com a espada a barriga daquele que não parecia se importar de todo com a dor ou com os músculos que rasgavam, mostrando suas tripas e sua carne, gritando!

Roar!

As pessoas que lá estavam sentiam uma enorme tensão e os pássaros, dos quais voavam, caíam atordoado. August, que estava mais próximo, apenas tremia, concentrado; vendo o enorme ser dá um pulo para trás, cambaleante – desajeitado –, tentando recolher suas tripas que pulavam naquela hora. Uma seta flamejante acertava sua carne e seu corpo flamejava, caindo e rolando – tentando sobreviver em cima de sua própria poça de sangue. Lamúrias se ouviam! Porém, rápido, August pulava para o corpo daquela fera, o finalizando com um golpe no pescoço seguido de outra na cabeça. Seu corpo caiu em sangue, num último grito desesperado, enquanto os seres aproveitavam a confusão para continuar a finalizar os pássaros que continuavam a vir, sem cessar. August observava:

esses seres não parecem estarem de cúmplices. Essa batalha que se sucede de nada parece está ligada com a outra batalha que havia se sucedido. Então, o que há? — Ele encarava a cena, com seus pensamentos – vendo que realmente havia algo anormal –, indo ajudar num breve pausa. Porém, tão logo um suspiro, seu corpo paralisava, visto que uma imagem invadia seus olhos naquele momento. Essa imagem eram letras garrafais que se mostravam como janelas em seus olhos, sendo a primeira:

Habilidade inata aprendida (Nível 0) – Alma do herói! Sua alma evoluíra com a essência pura das coisas que morrem e seu corpo se moldará através das batalhas. Seu nome ressoará pelo mundo!”

Imediatamente, August não compreendeu, tremendo. Sua consciência acabava por deslizar naquelas palavras e seu corpo fugia. Seus lábios, formando arco, ao menos entendia que era bom, recordando de muito tempo no passado, num sonho que já se desbotava. Ele continuou a lê as mensagens:

Habilidade inata aprimorada – Testemunha da verdade (Nível 2)! Seus olhos verão além da realidade, se encontrando com as partes mais fundas da estrutura do mundo, chamada alma. Você então verá os nomes, as linhas, tudo será visto através de seus olhos, enxergando os códigos mais superficiais da divindade.”

Corpo aprimorado – O corpo evolui quando desafios são superados. Não se deixar restringir a cada nível conquistado, que difere os fracos dos verdadeiros protagonistas desse universo.”

Alma aprimorada – A alma evolui com a inteligência. Sem consciência do que faz ou de como funciona a realidade, a alma continuará sempre no mesmo estágio embrionário!”

??? — Nível 19

Força: 25

Resistência elemental: 20%

Agilidade: 39

Resistência a trevas: 20%

Inteligência: 101

Resistência a maldições: 80%

Resistência: 20

Resistência a venenos: 40%

Concentração: 240

Resistência a Confusão: 30%

Espírito: 220

Resistência a Charme: 70%

Charme: 102

Construção espiritual: 5%

Emanação Natural: 45

///

Agora que você finalizou o ciclo divino, o escolhido dos deuses perderá os bloqueios que lho acompanharam até aqui, despertando, finalmente …”

Como bônus, por ter atingido o nível máximo permitido enquanto leigo, habilidades divinas ganharão bônus de pureza.”

Título Nivadalë será gravada em sua alma, ficando apenas disponível após certos procedimentos.”

Continue o bom trabalho escolhido, a ampulheta continua a cair. Por isso vá e tome tudo para si!”

Paralisado, August continuou a observar as mensagens que subiam, curioso sobre um detalhe que o perseguia:

Kópsimo der Fýlla (Nível 1 – Ativa): Com a aura da natureza, você tem a possibilidade de cortar montanhas. Restrições: 15 de essência espiritual. Nível de Pureza: 1 (Faltam 40% mais de purificação para atingir o próximo nível)!”

Habilidade inata aprendida, benção dos deuses (nível 1 – Ativa): ganho adicional contra os poderes ocultos elementais. Nível de Pureza: 1 (Faltam 30% mais de purificação para atingir o próximo nível)!”

Todas as habilidades inatas e vindas da runa concedida por Élsser der Nero estavam em condições entre 40 a 20 por cento de purificação, o que fazia August arregalar os olhos com a possibilidade. A força que havia naquelas habilidades já eram o suficiente. Evoluídas, o que aconteceria? August imaginou as possibilidades sob os gritos que te alertavam de algo; que fazia seus olhos retornarem às batalhas que se desenvolviam ao seu lado!

Maravilhoso! — Ele gritava! Porém, uma coisa ainda lhe pegava a mente, o incomodando. Seu corpo corria para a batalha, embora, com as hordas de pássaros descendo ao seu encontro; — Kópsimo der Fýlla, filhos da puta!

Sua espada brilhava e ondas surgiam. O sangue explodia em pleno ar, com olhos desacreditados observando. August dançava em meio a tudo aquilo, com as chamas e o sangue espalhados por todas as direções. Os seres, mesmo que impressionados, voltavam para a batalha, vendo o desempenho daquele que os liderava. Os sorinis, no entanto, não conseguiam retornar, sendo que as flechas cessavam de cair naquele largo e as espadas caíam, observando o show de luzes que acompanhava o genocídio que rolava. Mas que pena que dos arbustos, outros daqueles seres, cujos gritos indicavam ser Raktha’Sahanas (N.A: Ursos de Sangue), apareciam, com seus corpos de pelagem avermelhadas e seus membros gordos, de garras afiadas. Eram quatro no total, e eles eram acompanhados de serpentes que voavam entre os galhos, carregando veneno!

isso é uma Pradésa’Contra (N.A: Conflito de território)! — Uma voz gritava, desesperada!

então estamos no olho do furacão, em menos de um dia de viagem? Adorável!

Com August terminando sua frase, ele retirava, da bainha, sua espada, carregando uma em cada mão – mostrando um certo olhar de insanidade. Os sorinis, percebendo que ele não desistiria, de mesmo modo em que seria impossível fugir dali sem danos, se colocaram também posição, instruídos:

Mesorim, Sorokherim e Metvina, protejam nossas arqueiras e nosso filhote. Niathy e Shigtai, incendeiem esse bosque. Seres, executaremos esses merdas. O primeiro que hesitar vai morrer com a cabeça decepada! Quem está dentro, respira!

Aaaaaaaaaaah! — Um grito de guerra finalizava!

XXIX – Batalhas cruzadas (Parte 2)!

Chamas se levantaram através do bosque enquanto o sangue manchava certa clareira. Flechas embalsamadas cruzavam através do cerco junto com frascos incendiáveis. Bestas morriam, carbonizadas, ou lutando entre si, ou tendo suas carnes cortadas por espadas. A batalha parecia uma cascata – confusa –, onde diversos pequenos núcleos batalhavam entre si. Apenas o grupo de August era uma unidade, que se adaptava perfeitamente aquilo, finalizando as serpentes que pulavam num só golpe e comandando em grupo as batalhas contra os Raktha’Sahanas, que se mostravam como os inimigos mais fortes até ali. Os sorinis mais atrás, mal manchavam as mãos em comparação, apenas dando apoio ao grupo de execução, do qual parecia devorar tudo à sua frente. August, cujo liderava a todos como um completo lunático, atravessava todo o campo de batalha com apenas um pensamento:

Nivelar! Nivelar! Nivelar!

A realidade que aquelas mensagens te mostravam o ensandecia em êxtase, comprando na ideia do seu esforço, a necessidade de quase morte, apenas para atingir, cada vez mais, a perfeição espiritual prometida. Porém, para aqueles de fora, ele era apenas o deus da batalha, cortando com suas duas espadas como ninguém poderia fazer, onde luzes surgiam ao seu redor levando duas, três bestas de uma vez só, sem ser tocado, pois era uma sombra que se escondia, passo por passo, atrás do carmesim que voava. Era isso que cada um via, romantizado sua loucura no fantástico, mesmo que o sangue que pulverizava sobre a armadura daquele provasse justamente o contrário. Um sorriso era esboçado:

Kópsimo der Fýlla (Nível 2 – Ativa): Com a aura da natureza, você tem a possibilidade de cortar montanhas. Mais purificada, o comprimento da onda se eleva. Restrições: 15 de essência espiritual. Nível de Pureza: 2 (Faltam 98% mais de purificação para atingir o próximo nível)!”

August, segurou firmemente sua espada e, girando seu corpo, uma onda de 180 graus era feita, destruindo o cerco que se apresentava à sua frente. Claro, ele podia vê que o tamanho da onda diminuía a eficácia do golpe, mas, mesmo assim, era bem útil contra aquelas pequenas feras, que se cortavam por nada – até por uma cega navalha. Por tal, ele acabava fugindo de sua própria unidade, adentrando, através da batalha, as áreas mais remotas. Perigosas! As flechas que incendiavam acabavam, mas o vermelho vivo das chamas ainda se mostravam. Vendo que não havia nada ali a impedir, as duas arqueiras se viam influenciadas por aquela loucura generalizada! Então, corriam com suas adagas e espadas até o fronte de batalha. Até os sorinis mais covardes se motivaram com a demonstração, partindo também para onde o sangue escorria, manchando corpos e espadas.

o que é aquilo?!

No meio da clareira, um tanto longe donde estavam, August solitariamente massacrava, tendo pilhas e pilhas de corpos ao seu lado, mostrando a selvageria que se desenrolava pela sua espada. Uma fera se aproximava! Ela despertava a pouco tempo ao longe, visualizando em seu inimigo, uma certa dignidade. Era isso que procurava, com seu corpo quimérico de lobo e serpente numa só unidade. Ainda visualizava, espreitando, aproveitando do seu rugido para mostrar seu corpo em meio ao terrível. August não parava, mesmo que uma voz gritasse para se recolher. Sua atenção havia se disperso na ganância, com seu corpo se movendo apenas para obter mais e mais da essência pura de cada coisa – observando em seu sorriso, a insanidade! Strever’Ton pulava através do campo, atordoando à fera, dizendo para August que ouvia embaçadamente através da loucura do campo de batalha:

esse é meu!

August retomou seus olhos para outras presas com a frase, enquanto dava um sorriso para Strever’Ton, do qual já se virava. Duas batalhas surgiam por aquele lado. Uma onde August destruía tudo em sangue, e outra onde Strever desviava por um sufoco de certa cauda. Presas frenéticas iam ao seu abate. Na sua mente, porém, Strever apenas se lembrava, do que estava à sua frente e de como ocorrera …

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s